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ADVENTISTAS.COM 20 ANOS — Uma Nova Placa Para Sua Velha Igreja…

Teria você coragem de colocar uma placa em frente ao local de reuniões de sua igreja, com os seguintes dizeres:

Pois saiba que o nome Adventista do Sétimo Dia foi escolhido por nossos pioneiros para significar tudo isso exatamente! É o que demonstram as citações abaixo, em que o Espírito de Profecia, através da Sra. White, confirma esse objetivo original de destacar nossas diferenças doutrinárias como igreja, em relação aos protestantes e ao catolicismo ao adotarmos esse nome denominacional.

Há também previsões de que, no futuro (HOJE!), existiriam entre nós líderes e irmãos dispostos a ocultar essas nossas crenças, encobrindo nossa fé histórica e afastando-nos do verdadeiro espírito da mensagem adventista do sétimo dia.

EGW e o Nome “Adventista do Sétimo Dia”

Em 1860, em conjunto com a organização da obra de publicações, escolheu-se um nome. Alguns optaram pelo nome “Igreja de Deus”, julgando-o apropriado, mas prevaleceu a opinião de que o nome devia refletir os distintivos ensinos da igreja. Adotaram o nome de “Adventista do Sétimo Dia”. No ano seguinte alguns grupos de crentes organizaram-se em igrejas, e no Michigan se formou uma associação estadual. Logo houve várias associações estaduais. Então em maio de 1863 organizou-se a Associação Geral dos Adventistas do Sétimo Dia. — Prefácio Histórico dos Primeiros Escritos.

Foi-me mostrado o modo por que o povo remanescente de Deus obteve seu nome. Duas classes de pessoas me foram apresentadas. Uma abrangia as grandes corporações de cristãos professos. Esses transgrediam a lei divina, inclinando-se diante de uma instituição papal. Observavam o primeiro dia da semana em vez do sábado do Senhor. A outra classe, posto que pequena em número, tributava obediência ao grande Legislador. Esses guardavam o quarto mandamento. Os aspectos peculiares e destacados de sua fé são a observância do sétimo dia e a expectativa da volta de Cristo nas nuvens do céu.

O conflito que se estabelece é entre as reivindicações de Deus e as exigências da besta. O primeiro dia da semana, que é uma instituição papal, e contradiz diretamente o quarto mandamento, deverá ainda ser convertido em pedra de toque pela segunda besta. Então será proclamada a tremenda advertência da parte de Deus, anunciando o castigo que aguarda os que adoram a besta e sua imagem. Estes beberão do vinho da ira de Deus, não misturado no cálice da Sua ira.

Não podemos adotar outro nome melhor do que esse, que concorda com a nossa doutrina, exprime a nossa fé e nos caracteriza como povo peculiar. O nome Adventista do Sétimo Dia é uma contínua acusação ao mundo protestante. É aqui que está a linha divisória entre os que adoram a Deus e os que adoram a besta e recebem seu sinal. O grande conflito é entre os mandamentos de Deus e as exigências da besta. É porque os santos guardam todos os mandamentos de Deus, que o dragão lhes move guerra. Se rebaixassem seu padrão e cedessem nas particularidades de sua fé, o dragão estaria satisfeito; mas suscitam sua ira por ousarem exaltar o padrão e levantar o estandarte de oposição ao mundo protestante que reverencia uma instituição do papado.

O nome Adventista do Sétimo Dia exibe o verdadeiro caráter de nossa fé e será próprio para persuadir aos espíritos indagadores. Como uma flecha da aljava do Senhor, fere os transgressores da lei divina, induzindo ao arrependimento e à fé no Senhor Jesus Cristo.

Foi-me mostrado que quase todos os fanáticos, que surgem, no desejo de ocultar seus verdadeiros sentimentos a fim de iludir outros, afirmam pertencer à “Igreja de Deus”. Esse nome havia, por isso, de despertar imediatamente suspeitas, porque é usado para ocultar os erros mais absurdos. É demasiadamente vago para designar o povo remanescente de Deus. Além disso, daria lugar à suspeita de que temos uma fé que desejamos ocultar. — Testemunhos Seletos, Vol. 1, págs. 79-80.

Os homens empregarão todos os meios para tornarem menos destacada a diferença entre os adventistas do sétimo dia e os observadores do primeiro dia da semana. Foi-me apresentado um grupo com o nome de adventistas do sétimo dia, o qual estava aconselhando que a bandeira ou sinal que nos torna um povo distinto, não devia ser salientada de maneira tão chocante; pois pretendiam que esse não seria o melhor método para assegurar êxito a nossas instituições. Não estamos, porém, em tempo de arriar nossa bandeira, de nos envergonharmos de nossa fé. Esta distinta bandeira, descrita nas palavras: “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apoc. 14:12), deve ser levada através do mundo até ao fim do tempo de graça. Ao passo que devem ser aumentados os esforços para avançarmos nos diferentes lugares, não devemos encobrir nossa fé para assegurar mais alunos. Cumpre que a verdade alcance as almas prestes a perecer; e caso ela seja de algum modo oculta, Deus é desonrado, e sobre nossas vestes se encontrará o sangue das almas.

Enquanto os que se acham ligados a nossas instituições andarem humildemente diante de Deus, os seres celestes hão de cooperar com eles; conservem, porém, todos em mente que Deus disse: “Aos que Me honram honrarei.” I Sam. 2:30. Nunca, por um momento, deve ser dada a ninguém a impressão de que lhe seria proveitoso ocultar sua fé e doutrinas ao povo incrédulo do mundo, temendo não ser tão altamente estimado se seus princípios forem conhecidos. Cristo exige de todos os Seus seguidores confissão aberta, varonil de sua fé. Cada um deve ocupar sua posição, e ser aquilo que Deus designa que ele seja, como espetáculo ao mundo, aos anjos, e aos homens. Todo o Universo olha com inexprimível interesse para ver a obra final do grande conflito entre Cristo e Satanás. Todo cristão deve ser uma luz, não escondida sob um alqueire, ou debaixo da cama, mas posta no velador, para que a luz se comunique a todos quantos se acham na casa. Jamais, por covardia ou tática mundana, deixeis que a verdade de Deus seja deixada para trás. — Conselhos Sobre Educação, págs. 130-131.

Não deve haver nenhuma transigência com os que estão cultuando um repouso idólatra. Não devemos gastar nosso tempo em controvérsia com os que conhecem a verdade, e sobre quem a luz da verdade tem estado a brilhar, quando eles desviam os ouvidos da verdade para se volverem às fábulas. Foi-me dito que os homens empregarão todos os métodos para tornar menos manifesta a diferença entre a fé dos adventistas do sétimo dia e a dos que observam o primeiro dia da semana. Todo o mundo empenhar-se-á nesse conflito, e o tempo é breve. Não é tempo de arriar nossa bandeira.

Foi-me mostrado um grupo sob o nome de adventistas do sétimo dia, que estava aconselhando que a bandeira ou sinal que nos torna um povo distinto não devia ser tão chocantemente defendida; pois pretendiam não ser o melhor método para obter êxito para nossas instituições. Esta bandeira distintiva deve ser levada pelo mundo até ao fim do tempo da graça. Descrevendo o povo remanescente de Deus, diz João: “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus.” Apoc. 14:12. Esta é a lei e o evangelho. O mundo e as igrejas estão-se unindo em harmonia no transgredir a lei de Deus, em arrancar violentamente o memorial de Deus, e no exaltar um dia de repouso que traz a assinatura do homem do pecado. O sábado do Senhor teu Deus, porém, deve ser um sinal para mostrar a diferença entre os obedientes e os desobedientes. Vi alguns estendendo as mãos para remover a bandeira, e obscurecer-lhe a significação. — Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pág. 385.

Somos adventistas do sétimo dia. Envergonhamo-nos, acaso, de nosso nome? Respondemos: “Não, não! Não nos envergonhamos. É o nome que o Senhor nos deu. Esse nome indica a verdade que deve ser o teste das igrejas.” Carta 110, 1902.

Somos adventistas do sétimo dia, e desse nome nunca nos devemos envergonhar. Cumpre-nos, como um povo tomar firme posição ao lado da verdade e da justiça. Assim glorificaremos a Deus. Havemos de ser livrados de perigos, e não enredados nem corrompidos por eles. Para que isto aconteça, precisamos olhar sempre a Jesus, Autor e Consumador de nossa fé. Carta 106, 1903. — Igreja Remanescente, pág. 66.

Irmãos e irmãs, apelo para vós como adventistas do sétimo dia, para serdes tudo quanto esse nome significa. Há risco de afastar-se do espírito da mensagem. — Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pág. 367.

Se decidirmos que não temos nesses últimos dias um trabalho designado para nós fora do rumo comum das igrejas nominais, defrontar-nos-emos com um grande desapontamento. — Testemunhos para Ministros e Obreiros Evangélicos, pág. 125.

Publicado em: http://www.adventistas.com/julho2002/nova_placa.htm

Sobre Max Rangel

Servo do Eterno, Casado com Arlete Vieira, Pai de 2 filhas, Analista de Sistemas, Fundador e Colunista do site www.religiaopura.com.br.

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