Colocar a Ciência acima da Bíblia prepara voce e sua Igreja para a religião do Anticristo. Veja o vídeo!

Para saber se sua igreja coloca a Ciência acima da Bíblia, é muito simples. Pergunte ao seu pastor qual o formato da Terra criada por Deus. Se disser esférica, prepare-se para servir o Anticristo! Afinal, se não creem sequer na planicidade da água que se nivela horizontalmente e cobre área de 70% do nosso mundo, como crerão na planicidade da terra coberta por um domo, que separa as águas de cima das águas de baixo, segundo a Bíblia? Veja o vídeo e comente abaixo.

A crença no globo é doutrina central do adventismo, colocada acima da Bíblia e da salvação em Cristo!

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A TERRA NÃO É UM PLANETA

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Esaías Navi

1. INTRODUÇÃO

Para que se compreenda perfeitamente a declaração-título deste post, é necessário antes ter-se a total consciência da definição exata dos termos “terra” e “planeta” em seu sentido original. O sentido primeiro que é distinto da concepção moderna posterior, à qual fomos condicionados a aceitar como verdade inquestionável, mesmo diante da evidente discrepância entre o significado convencional desses termos e o conceito que lhes foi atribuído e imposto posteriormente.

Para isso, não conheço melhor fonte de consulta do que as Sagradas Escrituras, que é o conjunto dos livros que constitui-se na Santa Palavra de Deus Escrita, única fonte de informação digna de nossa total confiança. E todo e qualquer pensamento e ciência deve estar alinhado com esta Palavra, para que possa merecer algum crédito, que nos leve ao pleno conhecimento da verdade sobre as coisas que no momento nos são permitidas conhecer.

Por isso, definir os termos “terra” e “planeta” segundo seu significado original e verdadeiro é definir “terra” e “planeta” de acordo com a Bíblia, que nos dá o real significado das coisas. O significado totalmente livre das distorções doutrinárias introduzidas por aqueles que se consideram e são considerados por este mundo afastado de Deus como a maior autoridade em pensamento e conhecimento sobre os assuntos humanos.

“A terra não é um planeta” pode ser uma declaração por demais contraditória, ou até mesmo ofensiva, para aqueles que estão plenamente inseridos no sistema doutrinador que nos faz enxergar a expressão “planeta terra” como sendo naturalmente lógica. Porém, essa concepção artificial começará a ser desfeita quando nos dispormos a buscar primeiramente a correta definição de “planeta”, e em seguida, a de “terra”, que serão ambas encontradas, como eu disse, no ponto de vista bíblico, para assim equipararmos os dois conceitos, verificando se são realmente harmônicos (como defende o sistema) ou contraditórios e incompatíveis (como é defendido aqui).

2. O QUE É UM PLANETA?

2.1. “Planeta” segundo a ciência moderna.

Nós aprendemos, de acordo com a ciência, que “planeta” é, basicamente e de um modo geral, um corpo celeste esférico, sem luz própria, que orbita, em forma elíptica, em torno do sol, ou de outra estrela (considerando que o sol aí é apenas mais uma estrela entre muitas). Assim, temos no sistema solar os nove planetas, sempre ordenados a partir de seu distanciamento do sol: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão (este último é considerado até o momento presente como “planeta anão”, uma classe inferior de planeta). Há ainda muitos outros planetas fora do sistema solar (exoplanetas), orbitando outras estrelas, e frequentemente novos planetas são descobertos por cientistas astrônomos.

A terra é incluída na lista dos planetas do sistema solar, pressupondo que tenha as mesmas características atribuídas a eles, com a diferença de que é o único onde a vida se desenvolveu, sendo até hoje habitado por inúmeros seres vivos de várias espécies. Essa ideia de similaridade entre a terra e os planetas nos levou e nos tem levado a questionar por que somente a terra foi escolhida para ser habitada.

E com uma mente estimulada por essas informações, a humanidade vive na esperança de que técnicos e cientistas desenvolvam alguma tecnologia avançada o suficiente para ser capaz de colonizar outros planetas, encontrar algum planeta com vida, ou que então sejamos contemplados algum dia com uma surpreendente visita alienígena. Com isso, surge uma série de questões e especulações, todas fundamentadas no pressuposto inquestionável de que a terra é um planeta. Mas o que a Bíblia nos diz sobre isso? Será que o conceito bíblico de planeta está de acordo com o que nos ensina a ciência?

2.2. “Planeta” segundo a Bíblia.

Uma pergunta que já ouvi muitos fazerem é: Por que a Bíblia não diz nada sobre a criação dos planetas? Se eles existem, obviamente Deus os criou, mas por que as Escrituras não fazem referência a isso? Os planetas com certeza existem, algo comprovado pela observação. Porém o problema está na concepção astronômica moderna, que construiu um sistema contraditório à Bíblia, pervertendo os conceitos originais e o senso comum, como pretexto de estar realizando novas descobertas, e revelando-se assim numa pseudociência.

De acordo com a Bíblia, podemos dividir todos os corpos celestes em apenas dois grupos: “grandes luminares” (o sol e a lua) e “pequenos luminares” (as estrelas). O sol é o luminar maior que governa o dia. E a lua é o luminar menor que junto com os pequenos luminares, as estrelas, governam a noite. Isso está expresso claramente em Gn 1:16 e Sl 136:7-9:

“Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas.” (Gn:1:16)

“àquele que fez os grandes luminares, porque a sua benignidade dura para sempre; o sol para governar de dia, porque a sua benignidade dura para sempre; a lua e as estrelas para presidirem a noite, porque a sua benignidade dura para sempre;” (Sl:136:7-9)

Mas onde estariam inseridos os famosos planetas na história da criação? O fato é que “planeta” é um termo de origem grega: πλανήτης [planétes], que significa “errante”, “nômade”, “vagabundo”, “ambulante”, uma alusão à órbita ou curso do corpo celeste e não à sua natureza, visto que nesse contexto πλανήτης [planétes] é um adjetivo específico e indissociável a ἀστήρ [astér], “estrela”. Por isso, o significado original de “planeta” é “estrela errante” (gr. ἀστὴρ πλανήτης [astèr planétes]).

Assim, o planeta nada mais é do que uma estrela, um pequeno luminar que se difere das demais estrelas dispostas em constelações apenas por sua órbita errante. E a criação dos planetas deve ser sem dúvida alguma inserida no quarto dia entre as estrelas (Gn 1:16), já que a Bíblia aí não faz distinção entre estrelas errantes e estrelas que formam constelações. Entretanto as estrelas do tipo errante (gr. ἀρτέρες πλανῆται [astéres planētai]) só serão mencionadas em Jd 1:13:

“ondas furiosas do mar, espumando as suas próprias torpezas, estrelas errantes, para as quais tem sido reservado para sempre o negrume das trevas.” (Jd:1:13)

Em 2Rs 23:5 há uma palavra hebraica no plural traduzida por João Ferreira de Almeida como “planetas”: מַזָּלוֹת [mazzaloth], um termo obscuro de tradução controversa, mas que provavelmente seria o mesmo מַזָּרוֹת [mazzaroth] de Jó 38:32, traduzido como “constelações”. Os planetas são conhecidos no hebraico moderno pela expressão כּוֹכַב-לֶכֶת [kokhav lékhet], “estrela andante”, isto é, “errante”, o que se encaixa perfeitamente com o conceito bíblico de planeta como sendo uma estrela.

Dentre todos os planetas ou estrelas errantes, apenas dois são identificados na Bíblia: Vênus e Saturno. O planeta Vênus em Is 14:12 é chamado הֵילֵל בֵּן-שַׁחַר [heylel ben-shaḥar], “brilhante, filho da aurora”; e Saturno em Am 5:26 é chamado כִּיּוּן כּוֹכַב אֶלֹהֵיכֶם [kiyyun kokhav eloheyhem], “Kiyyun, vosso deus-estrela” (cf. At 7:43, Ῥαιφάν [Rhaiphan] ou Rempham). Os planetas como todas as estrelas têm luz própria e sua luminosidade pode variar de um para o outro, exatamente como está escrito em 1Co 15:41: “(…) uma estrela difere em glória de outra estrela.”

Com isso podemos então visualizar com clareza a desarmonia que há entre os conceitos de “planeta” pela comparação entre os mesmos inseridos em seus respectivos sistemas: científico moderno e bíblico. Os planetas certamente não são “corpos terrestres” similares ao chão que pisamos, mas antes luminares da mesma natureza das estrelas. E deve-se abrir um parêntese aqui para observar que a ciência moderna também modificou o entendimento de “estrela” contido nas Escrituras.

De acordo com a ciência, as estrelas e o sol possuem a mesma natureza e não são corpos sólidos, mas são definidos como “esferas de plasma”. Isso contradiz abertamente a Bíblia que os apresenta claramente como σώματα ἐπουράνια [sómata epouránia], “corpos celestes” em assimilação e oposição aos σώματα ἐπίγεια [sómata epígeia], “corpos terrestres”, sendo todos corpos físicos, mas que se diferem pela sua δόξα [dóksa], “glória”:

“Também há corpos celestes e corpos terrestres, mas uma é a glória dos celestes e outra a dos terrestres. Uma é a glória do sol, outra a glória da lua e outra a glória das estrelas; porque uma estrela difere em glória de outra estrela.” (1Co:15:40-41)

3. O QUE É A TERRA?

3.1. A terra segundo a ciência.

Todos nós sabemos que, segundo a ciência, a terra é um planeta. E isto está enraizado na nossa linguagem, mídia e educação, no nosso consciente e subconsciente de tal maneira que nunca questionamos se essa afirmação é verdadeira ou falsa. Além do fato de termos sido doutrinados e condicionados a pensar assim, não questionamos também por nunca analisarmos os inúmeros detalhes supostamente científicos que envolvem tal afirmação de que a terra é um planeta, de um ponto de vista sincero e lógico.

A terra da ciência moderna é um corpo celeste em movimento de rotação (em torno de si mesmo), e em movimento orbital de translação ao redor do sol, o qual também está em movimento e sua órbita é em torno da Via Láctea, nossa galáxia, que por sua vez também está em movimento pelo universo. Dessa forma, a terra, girando em torno de si mesma como um pião, gira em torno do sol e o acompanha, junto com todos os outros corpos do sistema solar, em seu percurso em torno do centro da galáxia, que por sua vez perambula por um universo em constante expansão.

E todo o funcionamento dessa “engrenagem espacial” ocorre em velocidades incrivelmente astronômicas, considerando que o próprio adjetivo “astronômico” foi cunhado para qualificar medidas extravagantes similares às da astronomia, onde boa parte dos tamanhos, tempos, distâncias e velocidades beira ao absurdo e muitas vezes é contrária aos nossos sentidos. A velocidade da terra por exemplo é imperceptível aos nossos sentidos devido à chamada “lei da inércia”, que é aplicada dessa maneira para que ninguém questione essas informações.

O planeta terra é uma esfera, levemente achatada nos pólos, que mantém todos os seus habitantes relativamente presos a ela através da força de atração chamada “gravidade”. Na verdade, a gravidade é uma justificativa para explicar como podem os seres e objetos terrestres povoarem toda a superfície de uma esfera gigantesca, de modo que as direções “cima” e “baixo” nunca sejam absolutas: são atraídos para o centro do globo pela gravidade. Além disso, a gravidade é considerada a responsável por manter todos os astros, planetas e galáxias em suas devidas órbitas e posições no universo. Não há provas de que exista gravidade, mas ironicamente a “lei da gravidade” prova todas essas coisas.

3.2. A terra segundo a Bíblia.

De acordo com a Bíblia, a terra certamente não é um planeta, uma estrela errante, um luminar ou muito menos um corpo celeste, e obviamente é estática, não se move e nunca se moveu, a não ser pelos abalos sísmicos locais. E aqueles que dizem acreditar na Bíblia acima de tudo (especialmente os teólogos) e ao mesmo tempo defendem com unhas e dentes a ideia difundida de a terra ser um planeta num sistema solar não passam de relativistas que acreditam que a mensagem de Deus deve se curvar ao cientificismo moderno.

A Bíblia nos apresenta um sistema geocêntrico, onde não existe esse tal universo infinito que a ciência nos ensina, visto que Deus completou toda sua obra no sétimo dia (Gn 2:2). Existe sim um céu, imediatamente acima da terra, onde foram colocados os luminares (sol, lua e estrelas), algo simples e lógico que deveria servir de base para as pesquisas científicas astronômicas e não de objeto de distorção.

Segundo a Bíblia, a terra (heb. אֶרֶץ [éretz]) é plana. E isso não está escrito de maneira muito clara e direta, porque se trata de uma afirmação por demais óbvia para o contexto bíblico. Seria o mesmo que dizer que “o sol é redondo”, uma observação que também pela mesma razão não se encontra descrita na Bíblia.

O formato da terra é relativamente plano, haja vista o variado relevo de sua superfície firme, em oposição à ideia posterior de esfericidade e sua inclusão entre os planetas. O debate a respeito do formato da terra não pertence ao contexto bíblico, que nos dá absoluta certeza de uma terra plana em um sistema geocêntrico.

As passagens de Sl 136:6; Is 42:5; 44:24 são aquelas que nos apresenta de modo mais claro a concepção bíblica em relação ao formato da terra, onde ela aparece como objeto do verbo רָקַע [raqa‘], “estender”, “esticar”, “estirar”, “expandir”, “espraiar”, “achatar”. O verbo tem como sujeito o Criador, refletindo a modo como Ele formou a terra, visto que a aplicação desse verbo não caberia de modo algum a uma suposta terra esférica. Seria o mesmo que dizer que “Deus estendeu o sol”, ou “estendeu a lua”:

“àquele que estendeu a terra sobre as águas, porque a sua benignidade dura para sempre;” (Sl 136:6)

“Assim diz Deus, o Senhor, que criou os céus e os desenrolou, e estendeu a terra e o que dela procede;
(…) (Is 42:5)

“(…) Eu sou o Senhor que faço todas as coisas, que sozinho estendi os céus, e espraiei a terra (quem estava comigo?);” (Is 44:24)

Os globalistas tentam usar uma tradução de Is 40:22 que traz a expressão “globo da terra” para defender a ideia de que a Bíblia nos apresenta uma terra esférica. E certamente essa tradução é tendenciosa e visa atribuir ao texto uma concepção anacrônica, a fim de ocultar a verdade.

A expressão hebraica é חוּג הָאָרֶץ [ḥug ha’áretz], “círculo da terra”, que os globalistas traduzem tendenciosamente por “globo da terra”, alegando que חוּג [ḥug], “círculo” seja uma referência ao formato esférico da terra. Porém, não analisam que o termo é derivado do verbo חוּג [ḥug], “traçar um círculo”, ou seja, uma figura geométrica plana.

O termo aparece apenas quatro vezes na Bíblia no sentido de: circuito (Jó 22:14); circunscrição (Jó 26:10); compasso (Pv 8:27); círculo (Is 40:22). A palavra hebraica usada para “esfera” é דּוּר [dur] ou כַּדּוּר [kaddur] (Is 22:18). Por isso, “globo terrestre” no hebraico moderno é כַּדּוּר הָאָרֶץ [kaddur ha’áretz], e “círculo antártico” é הָחוּג הָאַנְטַארְקְטִי (haḥug ha’anṭarqṭi).

Portanto, o modo como a Bíblia descreve a terra contradiz claramente a ciência. E podemos definir a terra do ponto de vista bíblico como o “território cósmico de dominação humana” ou “reino dos homens”, em oposição aos altos céus, que é o reino de Deus:

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra.” (Gn 1:26)

4. CONCLUSÃO.

Acredito que esse texto deixou bem claro que a terra não pode ser considerada um planeta do ponto vista lógico e bíblico. A ciência moderna distorceu os conceitos referentes à natureza dos elementos cósmicos e doutrinou a sociedade, incluindo a teologia, conforme a sua vontade, a ponto de até os cristãos fiéis relativizarem o texto bíblico em favor dessas distorções pseudocientíficas.

A ciência assimilou a natureza da terra e das estrelas errantes, criando um novo conceito de “planeta” e um novo sistema onde o sol é o centro, modificando velocidades, tempos, distâncias e tamanhos, gerando contradição sobre contradição. Uma grande mentira com o único intuito de descredibilizar e menosprezar a Palavra de Deus escrita.

Fonte: https://www.facebook.com/circulodaterraplana/photos/2061846537433438

Sobre Max Rangel

Servo do Eterno, Casado, Pai de 2 filhas, Analista de Sistemas, Fundador e Colunista do site www.religiaopura.com.br.

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