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Novo livro em português expõe plágios e outras falhas de Ellen G. White

Leia também: Ellen G. White e o Plágio, por Phillipe Hottman

“Quando eu ainda era pastor Adventista, costumava dizer às pessoas para testarem os escritos de Ellen White antes de determinarem se ela deveria ou não ser aceita com uma profetisa; porém, nunca lhes dei qualquer ferramenta ou informação que os ajudasse a examinar essa questão por todos os ângulos. Cabe a qualquer pesquisador sincero em busca da verdade, ouvir as evidências vindas daqueles que a desacreditam, tanto quanto dos que a defendem, antes de tomar uma decisão precisa com respeito à autenticidade profética de Ellen White”.

Clay Peck, ex-Pastor Adventista
Pastor Sênior, Igreja Grace Place
Berthour, Colorado

“Uma compreensão do papel de Ellen White dentro da Igreja Adventista do Sétimo Dia estaria incompleta, sem uma pesquisa cuidadosa desta obra de Sydney Cleveland. O autor fez uma pesquisa impecável das suposições e mitos acerca dos escritos de Ellen White. Se este livro caísse nas mãos do Adventista leigo, os alicerces do Adventismo seriam abalados. Este livro é um dos melhores recursos já disponibilizados contendo documentação de considerável importância. O caso White deveria estar nas mãos de todo apologista Cristão”.

J. Mark Martin
Pastor Sênior, Igreja Calvary Community
Phoenix, Arizona

Trechos do livro O CASO WHITE – Desvendando os Mitos Sobre Ellen G. White

O CASO WHITE é um exame completo das profecias, dos escritos e das práticas de Ellen White. Sydney Cleveland avalia suas alegações de inspiração, sonhos e visões, as doutrinas que ela endossou, seus hábitos pessoais que se opunham ao que ela escreveu, e os efeitos de suas reivindicações sobre a Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Este livro é uma análise bem documentada sobre fatos pouco divulgados sobre Ellen White e sua longa história a serviço do Adventismo.

Se você é funcionário de uma Igreja Adventista do Sétimo Dia, pastor ou professor, talvez esteja familiarizado com a declaração de Ellen White que consta no prefacio do Manual da Igreja Adventista do Sétimo Dia:

“Quando o juízo da Conferencia Geral, que é a mais alta autoridade que Deus estabeleceu sobre a terra, é exercido, juízos particulares ou pessoais, não podem ser mantidos, antes, devem ser renunciados” (Ellen G. White, Testemunhos, vol. 3, p. 492, escrito em 1875).

Seria a Conferencia Geral realmente a maior autoridade de Deus sobre a terra, ou será que é a Bíblia? Será que Deus realmente espera que você renuncie sua capacidade de pensar e de refletir (ou raciocinar)? Será que até sua Bíblia deve ser interpretada por Ellen White e pela Conferência Geral? Este livro o ajudará a decidir o que você deve reverenciar como a mais alta autoridade em sua vida.

Afinal, quem realmente disse a verdade?

“A Sra. White escreveu e falou centenas de coisas, tão verdadeiras quanto belas e harmoniosas, que não podem ser encontradas nos escritos de outros, pois são novas para os leitores e ouvintes mais inteligentes. E se elas não podem ser encontradas em nenhum impresso, e não foram extraídas de sermões do púlpito, onde a Sra. White as encontrou? De quais fontes ela recebeu os novos e ricos pensamentos que podem ser encontrados em seus escritos e declarações orais? Ela não poderia tê-los aprendido em livros, visto que eles não contêm tais pensamentos” (James White, em Life Sketches, pp. 328, 329, edição de 1880).

“É de suma importância notar que a própria Ellen White, e não seus assessores literários, reuniu o conteúdo básico do texto de O Desejado de Todas as Nações. Ao fazê-lo, foi ela quem tomou as expressões literárias (copiou) das palavras de outros autores sem dar-lhes o devido crédito como sua fonte (plágio). Segundo, deve-se reconhecer que Ellen White usou os livros de outros autores consciente e intencionalmente… Implícita ou explicitamente, Ellen White e outros que falavam por ela não admitiram e até mesmo negaram a dependência literária (copiar) por parte dela” (Fred Veltman, “As Conclusões do Projeto ‘O Desejado de Todas as Nações’”, Revista Ministry, novembro de 1990, p. 11).

O relatório oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia concluiu que Ellen White conscientemente e intencionalmente copiou de outros escritores, e que tanto ela como seus associados não admitiram e até negaram que ela copiou! O mito de que Ellen White escreveu sob a inspiração direta de Deus simplesmente não se enquadra nos fatos revelados pela própria investigação oficial da Igreja. Mesmo assim, esta informação raramente é apresentada pelos líderes da Igreja Adventista do Sétimo Dia, quando se discute o tema da inspiração de Ellen White.
Mas qual teria sido a extensão do plágio de Ellen White? O Dr. Veltman concluiu que ela copiou tanto de outros escritores que:

“O conteúdo dos comentários de Ellen White sobre a vida e o ministério de Cristo, O Desejado das Nações, é em sua maior parte uma reprodução (copiado) e não original… Em termos práticos, esta conclusão declara que não é possível determinar nos escritos de Ellen White sobre a vida de Cristo nenhuma categoria geral de conteúdo ou conjunto de ideias que seja exclusivamente dela” (Ibid., p. 12).

Lembre-se, isso não foi o que os oponentes de Ellen White disseram; esta foi a conclusão da equipe oficial de investigação, escolhida cuidadosamente pela própria Igreja Adventista do Sétimo Dia! (O Caso White, p. 31).

… enquanto escrevia Sketches From the Life of Paul em 1878, Ellen White copiou tão extensamente de Sketches From the Life of Saint Paul [Esboços da Vida de São Paulo] (escrito 30 anos antes), que seus autores, Conybeare e Howson, ameaçaram criar problemas para a denominação por conta do plágio de E. White. Uma vez que o livro de Conybeare e Howson não havia sido registrado, eles não tiveram êxito no processo judicial, mas poderiam ter feito algo ainda pior: expor publicamente Ellen White como plagiadora e mentirosa. Por isso, a Igreja imediatamente se empenhou em tirar de circulação o livro plagiado de Ellen White, Sketches From the Life of Paul (ver nas páginas 40 e 41 o testemunho do presidente, Arthur Daniells, sobre este incidente).

A evidência é clara de que a própria Ellen White acreditava ser divinamente inspirada. Ela constantemente ensinava que suas visões eram a fonte de informação das cartas que escreveu, de seus livros, artigos e testemunhos. Seu marido, James White, defendia veementemente suas alegações:

“[Ellen White] não ‘obtém as percepções’ de suas visões ‘de ensino ou estudo prévio’” (James White, em A Word to the “Little Flock” [Uma Palavra ao “Pequeno Rebanho”], p. 22, escrito em 1847).

Porém, enquanto viveu – e durante os anos que se seguiram – informações têm surgido constantemente indicando que Ellen White não foi honesta com respeito à fonte de suas “revelações”. Nas últimas três décadas em especial, pesquisadores têm revelado uma quantidade expressiva de evidências que comprovam os plágios de Ellen White…

Capítulo 9 – OS VERDADEIROS PROFETAS DE DEUS RECEBEM ORIENTAÇÃO DE MORTOS?

“‘Meu trabalho foi custoso demais para mim. Cometemos um erro [Ellen]. Respondemos aos convites urgentes de nossos irmãos para participar de reuniões importantes. Não tivemos coragem para recusar. Essas reuniões nos consumiram mais do que estávamos conscientes. Nossos bondosos irmãos ficaram satisfeitos, mas não perceberam que nessas reuniões, assumimos obrigações muito maiores do que nossa idade nos permitia carregar com segurança. Eles nunca saberão o resultado dessa longa e contínua tensão sobre nós’”.

‘Deus os teria feito carregar os fardos que suportamos por anos. Nossas energias foram continuamente consumidas, e, por fim, nossos irmãos julgaram erroneamente nossas intenções e não perceberam que nossos esforços enfraqueciam a atividade do coração. Eu cometi erros, o maior dos quais foi consentir que minha compaixão para com o povo de Deus me levasse a fadigar-me com o que outros deveriam ter suportado’.

‘Agora, Ellen, os convites, desejando que você participe de importantes reuniões, continuarão como no passado’ (Observe que aqui o falecido James White prediz o futuro de sua esposa, Ellen, e a orienta sobre o que ela deveria fazer! Lembre-se de que esse conselho vem de um homem morto em um de seus sonhos!). ‘Mas apresente esta questão diante Deus e não dê qualquer resposta ao mais fervoroso convite. Sua vida está por um fio. Você deve manter um repouso tranquilo, livre de toda a excitação e de todas as preocupações desagradáveis. Poderíamos ter feito muito por anos com nossas canetas, sobre assuntos que o povo necessita que tragamos a luz que temos recebido, e que pode ser apresentada diante deles – uma luz que outros não têm. Assim, você pode trabalhar tão logo suas forças retornem, como irão; e você pode fazer muito mais com sua caneta do que com sua voz’.

“Ele me olhou suplicante e disse: ‘Você não negligenciará essas precauções, não é, Ellen? Nosso povo jamais saberá das enfermidades pelas quais passamos para atendê-los, pois nossas vidas estavam entrelaçadas com o progresso da obra, mas Deus conhece tudo…

[…] [Pequeno trecho de uma conversa (em sonho) entre Ellen White e seu falecido marido James White onde ele explica à sua esposa o que o levou à morte e a instrui a não atender os “convites” da Conferência Geral]

Descrição (com SUMÁRIO)

O CASO WHITE é um exame completo das profecias, dos escritos e das práticas de Ellen White. Sydney Cleveland avalia suas alegações de inspiração, sonhos e visões, as doutrinas que ela endossou, seus hábitos pessoais que se opunham ao que ela escreveu, e os efeitos de suas reivindicações sobre a Igreja Adventista do Sétimo Dia.

Este livro é uma análise bem documentada sobre fatos pouco divulgados sobre Ellen White e sua longa história a serviço do Adventismo.
SUMÁRIO

Prefácio – 15

1. Por Que Escrevi Este Livro – 19
2. Quem Realmente Escreveu Aqueles Livros? – 25
3. Elas Estão de Acordo? – 49
4. Você é salvo? – 81
5. Profecias que Falharam – 107
6. À Frente de Seu Tempo? – 143
7. E Quanto aos Milagres? – 175
8. Quem Era Aquele Jovem? – 191
9. Os Verdadeiros Profetas de Deus Recebem Orientação de Mortos? – 217
10. O Grande Desapontamento – 227
11. Os Judeus Caraítas e 22 de Outubro de 1844 – 249
12. Atenção! Manuseie com Cuidado! – 273
13. Uma Palavra aos Aspirantes à Profeta – 289

Apêndice A: Os “Empréstimos” de EGW – 297

Apêndice A: IASD Quanto ao Uso de Joias e Roupas – 309

Apêndice C: Recursos Para Pesquisa – 317

Link para compra do livro:

https://www.editorareflexao.com.br/o-caso-white-desvendando-os-mitos-sobre-ellen-g-white/p/725

Sobre Max Rangel

Servo do Eterno, Casado com Arlete Vieira, Pai de 2 filhas, Analista de Sistemas, Fundador e Colunista do site www.religiaopura.com.br.

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