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Reflexão: Quem é o Deus de Jesus?

Sobre Max Rangel

Servo do Eterno, Casado com Arlete Vieira, Pai de 2 filhas, Analista de Sistemas, Fundador e Colunista do site www.religiaopura.com.br.

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2 comentários

  1. Jose Vieira Gonçalves filho

    João Capítulo 1 Versículo 1.

    • Jo. 1.1, aqui seguramente o foco recai sobre o verso 1: “Ἐν ἀρχῇ ἦν ὁ λόγος καὶ ὁ λόγος ἦν πρὸς τὸν θεόν καὶ θεὸς ἦν ὁ λόγος.” (en arche[i] ên ho logos kai ho logos ên pros ton theon kai theos ên ro logos). É interessante perceber algumas construções gregas que em nossa língua não se permite. “πρός” (pros) é uma preposição que indica direção mas não a fusão, diferentemente de “εἷς” (heis) que indica na direção e para dentro, isso pode não parecer nada, mas significa que o logos estava junto, à direção de Deus, de forma íntima, face-a-face, mas não “se fundia” com Ele, ou seja, não é algo que indique uma única divindade absoluta com o Pai, daí decorre a segunda parte “καὶ θεὸς ἦν ὁ λόγος” (kai Theos em ho logos). No grego existe a função atributiva e a função predicativa. Esta última parte do verso é uma construção predicativa, e é importante, pois “pros ton Theon kai Theos…”, ao se referir “com Deus”, João usa “τὸν θεόν” (O Deus), e ao falar do λόγος (logos) usa a palavra θεὸς (Theos) na forma predicativa, permitindo concluirmos a origem divina do Logos, mas não como sendo O Deus Yahweh; de modo que o texto seria melhor entendido como: “O Verbo era divino”, e é exatamente dessa forma que o trinitariano Rev. Dr. Waldyr Carvalho Luz entende Jo. 1.1 e este comenta esse texto nos seguintes termos: “Da própria fraseologia se verá que o substantivo anartro não tem acepção quantitativa, a individualizar, mas, ao contrário, qualitativa, a qualificar, exatamente o oposto do termo articulado. Logo, θεός é o predicativo, ὁ λόγος o sujeito; – Destarte, o predicativo θεός não está a destacar a pessoa do λόγος mas a expressar-lhe a natureza. Em outras palavras, θεός não está individualizando ὁ λόγος, dizendo-o UM DEUS, mas indicando-lhe a essência divinal, qualificando-o como DIVINO; – Nesta modalidade, o elemento anartro é o predicativo, o articulado o sujeito, aquele a especificar a natureza deste.”1 Vale destacar dessas palavras do Dr. Waldyr a informação que θεός (Theos) nessa construção não é quantitativo, ou seja, não foi intenção de João dizer que Jesus era Deus em sua completude, e embora o Dr. Waldyr use a palavra “essência” em seu comentário, está claro que o faz de forma distinta de outros trinitarianos como Agostinho, por exemplo. Definir Deus como uma substância composta por hipóstases não é uma definição bíblica, mas uma arranjo teológico da era pós-apostólica para tentar justificar, ante as dificuldades que surgem quando analisada mais a fundo, a doutrina da trindadeo. Conforme vimos em “καὶ θεὸς ἦν ὁ λόγος” se qualifica sem quantificar.

      Assim, fica claro que a função predicativa qualifica, mas não atribui igualdade na deidade. Para atribuir-lhe igualdade o segundo θεός (Theos) também deveria vir com “ὁ” (ho), artigo grego, e com isto concorda o Dr. W. C. Taylor, outro trinitariano, ao citar I Jo. 3.4 “καὶ ἡ ἁμαρτία ἐστὶν ἡ ἀνομία” (lit: o pecado é a iniqüidade) como exemplo de equivalência por conta da presença do artigo ( ἡ ) ante os dois substantivos2. A presença do artigo em ambos os substantivos, nesse tipo de construção é a situação em que os estudiosos veriam equivalência. Fritz Rienercker & Cleon Rogers, também trinitários, informam sobre o Logos em Jo.1.1: “A palavra está sem o artigo e é o predicado que enfatiza a qualidade: ‘o Verbo tinha a mesma natureza de Deus‘”3, ou seja, o verbo não era o próprio Deus, mas tinha a mesma natureza dEle, portanto divino. A própria tradução literal sugerida por alguns “e Deus era o Verbo” é rejeitada por W. C Taylor. Embora em tempos recentes gramáticos como Colwell, tenham produzido uma nova regra4 em cima da milenar gramática grega e angariado seguidores dessa regra, pela qual se alega que quando na função predicativa o substantivo não exige artigo para ser considerado identificativo ao invés de qualificativo, porém a ausência desse artigo não permite asseverar a igualdade reivindicada, a ponto do atributo, como intentam defender aqueles que acreditam na consubstanciação absoluta entre Deus e Jesus. A própria regra de Colwell só é aplicável em certas circunstâncias e ainda assim não de forma definitiva. Estudiosos do Evangelho de João questionam sua eficácia na aplicação sobre Jo. 1.1. Assim, parece haver concordância entre os imparciais, mesmo entre especialistas trinitarianos, que essa passagem está informando a natureza do verbo e não afirmando que ele seja o próprio Deus, que abundantemente é identificado, nas Escrituras, como sendo o seu Pai.

      Embora existam ocorrências no NT onde o Pai é indicado como Deus sem o artigo, tais ocorrências não estão na mesma condição de construção de João 1.1, dai vários especialistas escreverem o que escreveram.

      O testemunho da história eclesiástica talvez seja útil para, complementarmente, mostrar que a expressão “O Verbo era Deus”, no original grego não denotava a coigualdade entre Deus e seu Verbo, como facilmente parecem acreditar hoje muitos leitores e estudiosos. O concílio de Nicéia em 325 d.C, todos sabem, tornou-se o primeiro concílio ecumênico na história da igreja e objetivava equacionar, dentre outras coisas, a questão de coigualdade ou não de Deus com seu Filho Jesus Cristo. Dele participaram poucos clérigos da fala latina: Marcos de Calabria da Itália, Ceciliano de Cartago da África, o próprio Ósio de Córdova da Espanha, Nicácio de Dijon da França, e Dominus de Stridon da província do Danúbio, o restante era a esmagadora maioria de língua grega, mesmo que os latinos tenham vindo com suas respectivas comitivas. A quantidade geral de participantes é imprecisa, mas estima-se que de 150 a 300 bispos. Em especial estavam ali aqueles que viviam sob o domínio religioso do Bispo Alexandre e simpatizantes da coigualdade, destaque-se o próprio ocidental Ósio de Córdoba, àquela época conselheiro do Imperador o que praticamente determinava qual seria o resultado do concílio. Pois bem, todos aqueles eminentes teólogos nascidos em um ambiente de fala grega, e por consequência bons conhecedores de sua própria língua materna e que eram a favor da coigualdade, concluíram que não havia palavra ou versículo na Bíblia que afirmasse cabalmente que Jesus era o próprio Deus, mesmo eles conhecendo a expressão “καὶ θεὸς ἦν ὁ λόγος” (kai theos em ho logos) e, também, os outros versos costumeiramente citados. Esse fato deveria comunicar alguma coisa aos leitores e estudantes atuais do evangelho de João, ao menos que a expressão é plenamente suficiente para dizer que o verbo é divino, mas não plenamente suficiente para dizer que ele seja o próprio Deus. Perceba que não se pode ignorar o grande número de teólogos de fala grega que estavam ali para requerer a coigualdade entre Deus e seu Filho, mas eles não o puderam e nem podiam fazer de forma eficaz usando só a Bíblia, pois ela não ensina isso. “Consequentemente, se se queria eliminar qualquer ambiguidade, era preciso superar os limites da linguagem bíblica”5 e foi essa a saída nicena. Para solucionar o “problema”, com o apoio e a pedido do patrono do concílio, o Imperador Constantino, os que eram a favor da coigualdade editaram um credo que incluía a palavra “homoousios” (consubstancial) para indicar a relação entre o Pai e o Filho numa tentativa de um suposto reconhecimento de coigualdade; só que o termo é estranho à Bíblia, pois não consta nem no Antigo Testamento, nem no Novo Testamento, mas foi essa a solução encontrada por aqueles doutrinadores para satisfazer, ainda que precariamente6, a sua teologia. Tal fato termina por provar documentalmente, visto que todos eles assinaram o credo que, mesmo na visão deles, gregos de nascença e de fala, nenhum versículo nos originais da Bíblia satisfaz o requerimento trinitário de igualdade entre Deus, o Pai, e Nosso Senhor Jesus.

      Isto prova que qualquer teólogo ou gramático grego da atualidade que afirmar que Jo. 1.1 é o suficiente para provar a Deidade de Jesus está passando por cima da opinião de quem falava fluentemente, conhecia as nuanças do grego bíblico e viveu o momento da discussão lá nos primeiros séculos, pessoas de quem não se pode alegar desconhecimento da gramática e dos sentidos da língua e que acima de tudo eram a favor da coigualdade.

      O próprio Orígenes parece concordar, de alguma forma, com a divindade de Cristo sem que esta signifique igualdade plena com Deus, o Pai. Embora muitas de suas posições sejam extremadas, inclusive sobre isto e ainda que católicos e protestantes use seus escritos para dizer que ele reconhecia Jesus como Deus, ele afirmou buscando recursos de gramática, via pela qual seus opositores não o podem acusar de desvio, que “só o Pai é autotheos; de maneira que João, diz ele, descreve corretamente o Filho, chamando-o somente de theos, e não de ho theos.(grifei)”7 provando que o uso que fazem de suas palavras estão plenamente descontextualizadas.

      Dr. W. Barclay8, que juntamente com Dr. F. Bruce são considerados os principais eruditos em grego da Grã-Bretanha, cujas obras são estudadas, inclusive, em seminários pelo mundo todo, comenta sobre João 1.1 nos seguintes termos: “É difícil entendermos essa afirmação, e ela é difícil porque o grego, língua na qual João escreveu, tinha uma maneira diferente de dizer as coisas.[…] Quando o grego usa um substantivo quase sempre é com o artigo definido ho [“o”]. Quando o grego se refere a Deus ele não diz simplesmente theos [“deus”]; ele diz ho theos [“o deus”]. Então quando o grego não usa o artigo definido junto com um substantivo, o substantivo se torna mais um adjetivo. João não queria dizer que a palavra era ho theos [“o Deus”]; como se dissesse que a palavra fosse idêntica a Deus. Ele disse que a palavra era theos – sem o artigo definido – o que significa que a palavra tinha, por assim dizer, exatamente a mesma característica e qualidade e essência e maneira de ser de Deus. Quando João disse a palavra era Deus ele não estava dizendo que Jesus era idêntico a Deus.[…] Nesse caso é melhor entendermos com o significado de que Jesus é divino. Vê-lo é o mesmo que ver o que Deus é.”9

      O seu colega Dr. F. F. Bruce que é trinitário, comenta Jo. 1.1: “A estrutura da terceira cláusula no verso 1, theos en ho logos, exige a tradução ‘O Verbo era Deus’. Desde que logos tem um artigo diante dele, é marcado como sujeito. O fato de theos ser a primeira palavra depois da conjunção kai (e) mostra que a ênfase principal da cláusula está sob ele. Se theos tivesse assim como logos precedido de artigo o significado seria que o Verbo seria completamente idêntico a Deus, o que é impossível se o Verbo também estava ‘com Deus’.”10 Existe uma “região” do saber onde um erudito, por mais amante que seja de suas conficções de fé, não pode ultrapassar. F. F. Bruce é forçado a reconhecer que “Se theos tivesse assim como logos precedido de artigo o significado seria que o Verbo seria completamente idêntico a Deus, o que é impossível se o Verbo também estava ‘com Deus’”, perceba que pela via da gramática ele não pode afirmar algo diferente daquilo que disse o não trinitário Dr. William Barclay citado acima, ainda que o Dr. Bruce continue seu comentário e termine por defender um Deus composto, sua contribuição do ponto de vista estritamente gramatical nesse comentário é oportuna para confirmar aquilo que já foi demostrado: João 1.1 não ensina coigualdade entre Deus e Jesus Cristo, seu Filho.

      Considerando que por consequência histórica dos concílios católicos a maioria absoluta dos comentaristas ou escritores cristãos, mesmo os evangélicos, hoje, seguem a teologia do “homoousios”, não teremos abundantes informações escritas sobre traduções alternativas ao versículo de João em estudo, embora se possa achar, como as citações indicadas anteriormente, esporadicamente algum trinitário disposto a ser imparcial. De qualquer forma das poucas versões que entenderam que João está mostrando a natureza divina mas não o identificando como Yahweh estão a de Moffatt “o Verbo era divino”, A New English Bible “o que Deus era, o Verbo era”; W.C. Taylor na página 198 de sua gramática, prefere “A Palavra era deidade”, ao invés de “A palavra era Deus”, La Sainte Bible, Segond-Oltramare (1879): “E a Palavra era um ser divino.”, La Bible du Centenaire, Societé Biblique de Paris. (1928): “E a Palavra era um ser divino.”, Das Neve Testament (1946), de Ludwig Thimme: “E a Palavra era de espécie divina.”, The Authentic New Testament (1958), de Hugh J. Schonfield: “E o Verbo era divino.”

      Ainda que exista a palavra θειας (theias) conforme aparece em II Pe. 1.3,4 e alguns exigiriam o uso dela em João 1.1, para poder termos uma tradução “E o Verbo era Divino”, vale lembrar que esta não se refere apenas ou especificamente a “natureza divina”, mas a qualquer coisa referente a divindade, com um campo semântico que intercepta θεός. É de se destacar que θειας (com iota e alfa) não é a palavra exigida para se ter uma tradução pelo termo “divino”, isto se percebe e se comprova em várias versões católicas, portanto trinitárias, quando preferiram traduzir θεός por “divina” em Fp. 2.6 ficando “condição divina” ao invés de “forma de Deus”, dentre elas a Bíblia de Jerusalém que é uma Bíblia traduzida por católicos e protestantes, portanto de dois ramos religiosos que defendem a trindade (Vide, em português, também a TEB, BAM, BP e CNBB); e pode acontecer o contrário também, θείας traduzido por Deus, isto se prova na Septuaginta quando lemos, por exemplo, Pv. 2.17 “Que deixa o guia da sua mocidade e se esquece da aliança do seu Deus”, onde “aliança do seu Deus” traduz o grego “διαθήκην θείαν”, e se a exigência for “θείος” (com iota e ômicron) o mesmo fenômeno ocorre quando lemos “Espírito de Deus” em Ex. 31.3 e Jó 33.4 leremos, em grego, “πνεῦμα θεῖον” e não “πνεῦμα θεοῦ”. Acerca do uso de θείας em II Pe.1.3, a Chave Linguística do Grego do Novo Testamento, Edições Vida Nova – 1988, diz: “ O termo ‘poder divino’ no gen. é o sujeito do part. e era uma frase usada no lugar de ‘Deus’” (pág. 570). Assim, a informação trazida por João em 1.1 identifica Jesus como um ser divino e portanto participante da natureza divina, o que não significa igualdade absoluta com seu Pai, Deus; visto que ele próprio disse: “eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”, se conclui que a divindade do Filho não o elevava ao mesmo “status” do Pai na Deidade, tendo Ele mesmo a Deus como seu Deus. A não ser que haja uma hierarquia de “deuses”, Jesus já ressuscitado estava dizendo que tinha um Deus, isto, sem dúvida, não parece uma consubstanciação ou igualdade. Disse ainda: “meu Pai é maior do que eu”. Como veremos mais adiante a palavra θεός é usada para homens várias vezes no VT sem que contudo isso signifique uma reivindicação de igualdade com o Eterno, e esse uso não é feito no NT porque Jesus é, sobre a igreja, o único governante, legislador e juiz e cuja a intenção não é dizer que somos divinos individualmente, mas que seremos participantes da natureza divina por meio de Jesus Cristo, o que confirma a ideia que ser divino não é ser igual a Deus, o Pai.

      Ora, a bíblia diz: “para nós há um só Deus, o Pai” (I Co. 8.6) e Jesus mesmo diz, acerca de seu Pai, em Jo. 17.3 “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro”. Logo, considerando toda argumentação já exposta, qual dever ser o ângulo de visão de João 1.1? Será que devemos arrumar argumentos improváveis para desfazer versículos como estes citados, que mostram Deus como um e único, o Pai? Ou devemos, sem qualquer artifício, simplesmente aplicarmos a regra da gramática grega reconhecida por escritores trinitários que vêem em Jo. 1.1 um qualificativo e não uma atribuição de igualdade?! Se somente o Pai é Deus, e a Bíblia o diz reiteradas vezes, então, acerca de Jo. 1.1 temos duas opções: 1) dizermos que não, e alegarmos que aquele versículo de I Coríntios deve ser entendido como “há um só Deus, mas não é somente o Pai”, optando, desse modo, por algo que não é ensinado na Bíblia e criarmos uma nova doutrina, ou 2) admitirmos que “o verbo era Deus” em Jo. 1.1, não está afirmando que Jesus, o Filho, é o mesmo Deus, indicado em I Co. 8.6, e nem mesmo um outro Deus, que seria pior ainda, mas o qualificando de divino, conforme já exposto nas linhas anteriores, optando, desse modo, pela busca do uso bíblico e gramatical das palavras “theos” e “elohim”, o que permite entender o texto mantendo o monoteísmo ensinado nas Escrituras desde de sempre, sem inventar uma doutrina desconhecida de todos os escritores bíblico de todos os tempos e confirmar a condição, ensinada na Bíblia, de Jesus como Filho de Deus, e não como Deus Filho.

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      1 Carvalho, Waldyr Luz in Manual de Língua Grega, Vol. 1 – Casa Editora Presbiteriana – 1991, pág. 499

      2 Taylor, W. C in Introdução ao Estudo do Novo Testamento Grego, Juerp – 1990, pág. 198

      3 Rienecker, Fritz & Rogers, Cleon in Chave Linguística do Novo Testamento Grego – Vida Nova, pág. 161

      4 A regra de E. C. Colwell foi publicada pela primeira vez no Journal of Biblical Literature em 1933, porém é muito discutível e vários gramáticos questionam sua eficácia.

      5 J. N. D. Kelly in Doutrinas Centrais da Fé Cristã – 3ª Edição 2005 – Paulus. Pág. 31

      6 Richard Rubenstein cita Kelly informando que “Havia poucas palavras em grego que não eram suscetíveis a tantas e tão confusas gradações de significado quanto ousia” (Kelly, Early Christian Creeds, 243)

      7 Kelly, J. N. D. Op cit pág. 98

      8 William Barclay não é trinitário.

      9 Apud. Baclay, William in The Gospel of John, Revised Edition (1975), pp. 39, 74.

      10 Apud F. F. Bruce, The Gospel of John, (Grand Rapids: Wm. B. Eerdmans, 1983), p. 31

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