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Série de TV documenta registros históricos de sexo entre anjos extraterrestres e fêmeas humanas

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Assista e comente. Onde disserem ETs, entenda “anjos caídos”, mas tenha outros cuidados…

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Sobre Max Rangel

Servo do Eterno, Casado com Arlete Vieira, Pai de 2 filhas, Analista de Sistemas, Fundador e Colunista do site www.religiaopura.com.br.

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3 comentários

  1. Quem eram “os filhos do verdadeiro Deus” mencionados em Gênesis 6:2, 4, que viviam antes do Dilúvio?
    Há evidência de que essa expressão se refere aos filhos espirituais de Deus. Mas que evidência?

    O versículo 2 diz: “Os filhos do verdadeiro Deus começaram a notar as filhas dos homens, que elas eram [belas]; e foram tomar para si esposas, a saber, todas as que escolheram.” — Gên. 6:2.

    Nas Escrituras Hebraicas, as expressões “os filhos do verdadeiro Deus” e “os filhos de Deus” aparecem em Gênesis 6:2, 4; Jó 1:6; 2:1; 38:7 e Salmo 89:6. O que esses textos revelam sobre tais “filhos de Deus”?

    “Os filhos do verdadeiro Deus” mencionados em Jó 1:6 evidentemente eram criaturas espirituais reunidas na presença de Deus. Entre elas estava Satanás, que havia estado ‘percorrendo a Terra’. (Jó 1:7; 2:1, 2) Da mesma forma, Jó 38:4-7 menciona “os filhos de Deus”, que ‘bradavam em aplauso’ quando Deus ‘lançou a pedra angular’ da Terra. Esses devem ter sido filhos angélicos, porque os humanos ainda não tinham sido criados. “Os filhos de Deus” mencionados no Salmo 89:6 são, sem dúvida, criaturas celestiais na presença de Deus, não humanos.

    Quem então eram “os filhos do verdadeiro Deus” mencionados no relato de Gênesis 6:2, 4? Em harmonia com os fatos bíblicos já mencionados, é lógico concluir que esse relato se refere a filhos espirituais de Deus que vieram para a Terra.

    Alguns acham difícil acreditar que anjos possam se interessar em ter relações sexuais. As palavras de Jesus em Mateus 22:30 mostram que no céu não existem casamento nem relações sexuais. Mesmo assim, houve ocasiões em que anjos materializaram corpos humanos, até mesmo comendo e bebendo com pessoas aqui na Terra. (Gên. 18:1-8; 19:1-3) Assim, é razoável concluir que, estando materializados, eles podiam ter relações sexuais com mulheres.

    Há razões bíblicas para crer que alguns anjos fizeram isso. Judas 6, 7 compara o pecado dos homens de Sodoma, que de modo desnatural ansiavam coisas carnais, com o dos “anjos que não conservaram a sua posição original, mas abandonaram a sua própria moradia correta”. Um ponto em comum entre esses anjos e os sodomitas foi que eles ‘cometeram fornicação de modo excessivo e foram após a carne para uso desnatural’. Uma passagem similar em 1 Pedro 3:19, 20 relaciona os anjos desobedientes com os “dias de Noé”. (2 Ped. 2:4, 5) Sendo assim, as ações dos anjos desobedientes dos dias de Noé podem ser comparadas ao pecado de Sodoma e Gomorra.

    Essa conclusão faz sentido quando entendemos que “os filhos do verdadeiro Deus” mencionados em Gênesis 6:2, 4 eram anjos que materializaram corpos carnais e cometeram imoralidade com mulheres.

    A Bíblia diz que Jesus “pregou aos espíritos em prisão”. (1 Ped. 3:19) O que significa isso?
    Segundo o apóstolo Pedro, esses espíritos eram os que “outrora tinham sido desobedientes, quando a paciência de Deus esperava nos dias de Noé”. (1 Ped. 3:20) Fica claro que Pedro se referia às criaturas espirituais que decidiram juntar-se à rebelião de Satanás. Judas menciona os anjos que “não conservaram a sua posição original, mas abandonaram a sua própria moradia correta”, quando diz que Deus os “reservou com laços sempiternos, em profunda escuridão, para o julgamento do grande dia”. — Judas 6.

    De que maneira criaturas espirituais foram desobedientes nos dias de Noé? Antes do Dilúvio, essas criaturas espirituais perversas se materializaram em forma humana — algo que não fazia parte do propósito de Deus para elas. (Gên. 6:2, 4) Além disso, esses anjos que tinham relações sexuais com mulheres praticavam algo pervertido. Deus não criou criaturas espirituais para ter relações sexuais. (Gên. 5:2) Esses anjos maus e desobedientes serão destruídos no tempo marcado por Deus. Por enquanto, conforme Judas diz, eles estão numa condição de “profunda escuridão” — uma prisão espiritual, por assim dizer.

    Quando e como Jesus pregou a esses “espíritos em prisão”? Pedro escreveu que isso aconteceu depois que Jesus foi “vivificado no espírito”. (1 Ped. 3:18, 19) Note, também, que Pedro diz que Jesus “pregou”. O fato de Pedro ter usado o tempo verbal no passado sugere que essa pregação ocorreu antes de Pedro ter escrito sua primeira carta. Parece então que, em algum tempo depois de sua ressurreição, Jesus fez uma proclamação aos espíritos perversos sobre a punição totalmente justa que eles receberiam. Essa pregação não lhes oferecia nenhuma esperança. Era uma pregação de condenação. (Jonas 1:1, 2) Depois que demonstrou sua fé e lealdade até a morte e foi ressuscitado — provando que o Diabo não tinha realmente nenhum poder sobre ele —, Jesus tinha base para fazer essa proclamação condenatória. — João 14:30; 16:8-11.

    No futuro, Jesus amarrará Satanás e esses anjos e os lançará no abismo. (Luc. 8:30, 31; Rev. 20:1-3) Até lá, esses espíritos desobedientes estarão numa condição de profunda escuridão espiritual, e sua destruição final é certa. — Rev. 20:7-10.

    http://www.jw.org/pt/publicacoes/revistas/w20130615/anjos-desobedientes/

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