Arquivos Anuais: 2026
ERROS DE SOBREVIVÊNCIA URBANA QUE PODEM TE MATAR

Já escrevi alguns artigos sobre habilidades de sobrevivência urbana que podem salvar sua vida. Ter essas habilidades durante um desastre urbano pode literalmente significar a diferença entre a vida e a morte. Neste artigo, quero mudar de assunto e falar sobre erros de sobrevivência urbana que podem te matar. E, repito, não estou exagerando. Se você cometer algum desses erros, pode perder a vida. Agora que você entende a gravidade da situação, vamos à lista. Leia Mais… »
SOMOS NOVA CRIATURA? | UMA LEITURA JUDAICA DO NOVO TESTAMENTO
Os cristãos podem celebrar o Pêssach? – Parashá Pêssach 2026/5786 – Math…
Yahusha (Jesus) não “desmitologizou” o mundo espiritual — Ele o expôs e declarou guerra

Por décadas, o adventismo institucional no Brasil “vacinou” seus membros contra a teologia espiritual do próprio Jesus.
O resultado é um cristianismo higienizado, sem abismo, sem hierarquias espirituais reais, sem guerra cósmica, sem juízo sobre entidades transgressoras — e, portanto, sem entendimento do que Jesus veio de fato confrontar.
O Cristo dos Evangelhos não combateu “metáforas culturais”. Ele entrou em um campo de batalha real, herdado desde Gênesis 6, atravessando o judaísmo do período do Segundo Templo, e desferiu o golpe inicial contra o príncipe deste mundo. Leia Mais… »
Golias e os Gigantes: Ecos de uma Guerra Real que Começou Antes do Dilúvio
Golias e os Gigantes: Ecos de uma Guerra Real que Começou Antes do Dilúvio
A vitória de Davi sobre Golias não é um episódio isolado de heroísmo humano. À luz do registro bíblico-judaico antigo, ela é mais um capítulo de um conflito real que teve início antes do Dilúvio, quando seres espirituais transgrediram seus limites, tomaram mulheres humanas e geraram uma linhagem híbrida conhecida como nefilins (Gn 6:1–4; 1 Enoque 6–7). Leia Mais… »
Hebreus 10:24–25 Não é Sobre Prédio — É Sobre Não Abandonar Pessoas
Hebreus 10:24–25 NÃO é sobre “ir ao templo”. É sobre não abandonar pessoas.
Durante décadas, Hebreus 10:24–25 foi sequestrado por sistemas religiosos para impor frequência, gerar culpa e legitimar controle institucional. O texto que nasceu para socorrer cristãos perseguidos virou ferramenta de cobrança. O convite ao cuidado mútuo foi transformado em lista de presença. Isso não é apenas erro de leitura — é abuso espiritual. Leia Mais… »
A Noiva acorrentada à ONU: O chamado profético para romper com Babilônia
A Noiva acorrentada à ONU: O chamado profético para romper com Babilônia
“Sai dela, povo Meu, para que não sejas participante dos seus pecados e para que não incorras nas suas pragas.” (Apocalipse 18:4) Leia Mais… »
NOVO LIVRO: A Noiva Cativa: Quando a Igreja troca o Noivo pelo Sistema

A Noiva Cativa – Liberte-se das suas correntes. Por Daniel e Joanna de Bruyn. Janeiro de 2026.
A apresentação desta obra descreve-a como a exposição mais abrangente sobre a aliança entre a Igreja Adventista do Sétimo Dia e as Nações Unidas e o impacto dessa aliança na missão profética da Igreja. Leia Mais… »
PARECE PIADA: “Chega de blá, blá, blá… De novo esse assunto da Clonagem Humana?”

Ainda falando a respeito dessa Declaração Oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia sobre Clonagem Humana, o que mais revolta é saber que esse posicionamento sobre o tema não é recente, não é acidente e não é ignorância. Ele existe há quase trinta anos, foi votado em solo brasileiro, circula nos bastidores da liderança, é um documento conhecido por pastores e administradores — e, ainda assim, foi protegido pelo silêncio até agora. Leia Mais… »
VACINA ADVENTISTA: Quando a Religião Imuniza Contra o Evangelho

Imunização espiritual, cansaço da alma e o desvio institucional do movimento adventista
Existe um tipo de religiosidade que não afasta as pessoas de Deus de forma explícita, mas as afasta de forma sutil e profunda. Ela não nega Cristo. Ela O institucionaliza. Não rejeita o evangelho. Ela o reorganiza dentro de um sistema de controle, pertencimento e desempenho. O resultado não é ateísmo, mas uma espiritualidade domesticada, cansada e defensiva, que aprende a sobreviver dentro da religião, mas desaprende a descansar em Cristo. Leia Mais… »
Quando a Fé Ganha Endereço, Ela Perde o Caminho…

O mito do templo sagrado, o batismo como contrato e a idolatria institucional dentro do adventismo
Se a fé precisa de endereço, ela já deixou de ser caminho. Quando a espiritualidade passa a depender de um prédio, de uma placa denominacional, de um cadastro administrativo ou de um sistema de autorização, algo essencial foi deslocado do seu centro. O que nasce como encontro vivo com Deus termina como mecanismo de controle religioso. O que começa como fé termina como instituição que se defende a si mesma. O resultado é uma espiritualidade domesticada, vigiada e administrada — eficiente para manter estruturas, mas frágil para sustentar consciência, verdade e fidelidade real a Deus. Leia Mais… »
O Messias Yahusha (Jesus Cristo) Nunca Prometeu o Que Estão Te Prometendo

Quando a Fé Vira Negócio, Jesus Se Torna Desconhecido
Quem ofereceu os reinos da terra em troca de adoração não foi Jesus.
Foi Satanás.
Jesus nunca disse:
“Traga uma oferta e eu realizo seus sonhos.”
“Faça a campanha certa e eu te dou o que você quiser.”
“Cumpra o rito correto e eu recompenso com prosperidade.”
Essa lógica não nasce no evangelho.
Ela nasce no deserto da tentação — e foi normalizada dentro das igrejas. Leia Mais… »
O Peregrino do Descanso: Uma jornada de fé entre o peso da religião e o convite de Cristo

Sinopse do livro
O Peregrino do Descanso é uma alegoria contemporânea sobre fé, consciência e cansaço espiritual.
Inspirado livremente em O Peregrino, de John Bunyan, este livro acompanha a jornada de um homem simples que atende ao chamado de Cristo — não para fugir do mundo, mas para atravessá-lo. Ao longo do caminho, ele descobre que seguir Jesus nem sempre significa alívio imediato. Muitas vezes, significa desaprender. Desapegar. Caminhar sozinho. Leia Mais… »
NOVO LIVRO: As Sete Máscaras de um Obreiro Padrão

INTRODUÇÃO — Antes da Segunda-feira
Este não é um livro de denúncias.
Também não é um memorial.
E certamente não é um manual de reforma institucional.
O que está escrito aqui não nasceu para convencer, nem para acusar formalmente. Nasceu da necessidade de sobreviver inteiro dentro de um sistema que exige adaptação constante e chama isso de fidelidade. Por isso, tomou a forma de história. Não por ficção gratuita, mas porque há experiências que só podem ser ditas assim. Leia Mais… »
Chuva Serôdia, Sonhos, Visões e o Perigo do Espiritualismo: Como Discernir o Verdadeiro Derramamento do Espírito nos Últimos Dias
Quando manifestações espirituais se multiplicam, a fidelidade à Verdade é o único critério seguro
“Amados, não creiam em qualquer espírito, mas ponham os espíritos à prova para ver se procedem de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo.” (1 João 4:1)
À medida que se intensificam as expectativas em torno da chuva serôdia, cresce também o risco de confundir o verdadeiro derramamento do Espírito Santo com manifestações espirituais falsas, místicas e enganadoras. No contexto profético dos últimos dias, a Bíblia e o Espírito de Profecia alertam que sinais, prodígios, sonhos, visões e experiências espirituais se multiplicarão — mas nem todas essas manifestações procederão de Deus. Leia Mais… »
O DIA QUE FOMOS À LUA
Ciência Moderna Virou Religião?
A corrupção da Criação, os anjos caídos e o mistério do “rei das moscas”

Introdução
Uma das perguntas mais incômodas — e ao mesmo tempo mais honestas — que surgem quando levamos a sério a inspiração plena das Escrituras é esta: se Deus criou todas as coisas boas, por que a própria natureza parece carregar estruturas de sofrimento, parasitismo e morte?
Mosquitos transmissores de doenças, pragas devastadoras, organismos que vivem exclusivamente da destruição de outros seres vivos, ciclos biológicos que parecem anti-vida. Seriam essas características parte do projeto original da criação ou sinais de algo que foi deturpado ao longo da história cósmica? Leia Mais… »
Sendo Yahusha judeu e considerando a crença de Sua época entre os judeus, a quem Ele se referia quando falava em “espíritos imundos” ou “impuros”?

Sendo Yahusha judeu e considerando a crença de Sua época entre os judeus, a quem Ele se referia quando falava em “espíritos imundos” ou “impuros”?
Essa é a pergunta-chave para compreender corretamente o ensino de Yahusha no contexto judaico do século I, sem anacronismos cristãos posteriores.
A resposta curta é:
Quando Yahusha fala de “espíritos imundos”, Ele está falando dentro do universo conceitual judaico do Segundo Templo — onde “espíritos imundos” eram entendidos, majoritariamente, como espíritos de seres híbridos mortos (nefilins), não como anjos caídos nem como almas humanas comuns.
Agora vamos detalhar com rigor histórico.
Daniel 7 e as bestas híbridas: o retorno dos monstros do passado e a anatomia espiritual dos impérios
A visão que expõe a verdadeira natureza dos reinos humanos — metade política, metade demoníaca

Introdução: A noite em que Daniel viu o subterrâneo espiritual do mundo
Quando Daniel diz que “viu quatro ventos agitando o grande mar”, ele não está falando de clima. O mar, na simbologia bíblica antiga, representa as profundezas do caos, o abismo onde habitam:
• forças pré-criação,
• memórias do Dilúvio,
• entidades rebeldes,
• monstros híbridos,
• simbolismos espirituais de impérios destruidores.
E é dali — do caos — que emergem as bestas híbridas de Daniel 7.
Esses seres não são metáforas políticas inofensivas.
Eles são: Leia Mais… »
O vigilante de Daniel 4: A entidade que a teologia moderna tentou esquecer
A figura misteriosa que liga Babilônia aos dias de Noé, aos gigantes e ao livro de Enoque — e que define o drama espiritual dos impérios humanos
Sim — há um elo plausível, forte e raramente discutido, que conecta:
• a estátua colosal de Daniel 2,
• a estátua de ouro de Daniel 3,
• a figura do “Vigilante” em Daniel 4,
• e o imaginário dos gigantes (nefilins) e das entidades pré-diluvianas mencionadas em Gênesis 6 e em 1 Enoque.
O texto bíblico não diz explicitamente: “a estátua era um nefilim”.
Mas o simbolismo, a linguagem, o tamanho, e principalmente o contexto espiritual de Daniel apontam para uma possibilidade forte de que Daniel está dialogando com a memória cultural dos gigantes e dos Vigilantes.
A seguir, explicamos em camadas — como verdade progressiva, aprofundando o tema. Leia Mais… »
Israel africano e a rota sul da diáspora: rastros silenciados da guarda do sábado fora da Europa

A presença da guarda do sábado entre povos indígenas da fronteira Brasil-Venezuela não pode ser analisada isoladamente. Quando observada em um quadro histórico mais amplo, ela aponta para algo muito maior: a existência de uma rota sul da diáspora israelita, majoritariamente africana, apagada tanto pela historiografia colonial quanto pela teologia eurocêntrica.
A narrativa dominante insiste que Israel se dispersou apenas para a Europa e o Oriente Médio. No entanto, fontes bíblicas, históricas e arqueológicas indicam que a África sempre foi um eixo central da história israelita, não uma periferia. Leia Mais… »
Revelação Prévia entre Povos Indígenas da Fronteira Brasil-Venezuela: Evidências Históricas e Testemunhos

Antes de mais nada, aqui está um resumo dos três casos já publicados no Adventistas.com sobre o tema da revelação prévia da vontade divina, através de visões a profetas indígenas, incluindo instruções sobre a guarda do sábado, entre povos indígenas na fronteira Brasil-Venezuela. Leia Mais… »
Viracocha, o Mestre Criador dos céus e da terra, inclusive da América do Sul

A narrativa ancestral andina de Viracocha se encaixa de forma orgânica, estratégica e profundamente coerente com a linha central da nossa pesquisa sobre revelação divina pré-colonial, memória espiritual silenciada e o padrão bíblico de dispersão.
1. Quem é Viracocha na narrativa andina
Viracocha não é um “deus local” no sentido vulgar. Nas tradições mais antigas dos Andes (pré-incas e incas): Leia Mais… »
Evidências históricas, culturais e bíblicas de que negros da diáspora pertençam à tribos perdidas de Israel

Com rigor histórico, linguagem investigativa e sem transformar hipótese em dogma, apresentamos neste texto indícios, convergências e linhas de evidência de que negros trazidos como escravos para o Brasil e América do Norte possam ter ligações com as tribos perdidas de Israel, deixando claro onde há prova, onde há tradição e onde há interpretação profética.
O que segue, portanto, não é afirmação categórica, mas mapeamento das principais evidências usadas por pesquisadores, historiadores afrocentrados, estudiosos bíblicos e tradições orais para sustentar a possibilidade de ligação entre negros escravizados nas Américas e tribos dispersas de Israel. Leia Mais… »
NOVO LIVRO: O Embranquecimento do Divino Como Pecado Estrutural
CAPÍTULO 1 — E SE DEUS NUNCA FOI BRANCO?
O roubo da imagem divina e o nascimento de um cristianismo colonizado
Há perguntas que, quando feitas, abalam estruturas milenares. Não porque sejam novas, mas porque foram proibidas. Silenciadas. Ridicularizadas. Esta é uma delas: e se a imagem branca de Deus nunca foi verdadeira — e nós fomos treinados para não enxergar isso?
Não se trata de provocação estética. Trata-se de poder espiritual.
Quem controla a imagem de Deus controla quem se vê como imagem de Deus. Leia Mais… »
Quando o corpo de Cristo continua segregado e o sangue dos santos africanos não clama no púlpito…

Ainda hoje, nos Estados Unidos, existem igrejas adventistas “para negros” e igrejas “para brancos”. Em algumas comunidades, a separação não é apenas histórica: ela é física — negros sentam-se de um lado, brancos de outro. No sábado. No culto. Diante da mesma cruz.
Esse fato, por si só, já seria suficiente para desmascarar a falácia de que o racismo é apenas um “pecado do passado”. Mas quando somamos essa realidade à morte em massa de adventistas negros em Ruanda, à chacina de seguidores africanos dissidentes em Angola e ao apagamento sistemático do cristianismo etíope pré-romano, o quadro deixa de ser constrangedor e passa a ser acusatório. Leia Mais… »
NOVO LIVRO: As 12 tribos vão despertar após o término da maldição de Deuteronômio 28 no tempo do fim
CAPÍTULO 1: O ISRAEL ESQUECIDO ENTRE AS NAÇÕES

Diáspora negra, Deuteronômio 28 e o povo que perdeu o nome
Durante muito tempo, a escravidão negra foi tratada apenas como um fenômeno econômico, político ou social. Um crime histórico cometido por nações europeias, um erro moral da humanidade, algo a ser lembrado em datas simbólicas e depois arquivado. Mas a Bíblia nunca tratou a história apenas como sociologia. Para as Escrituras, grandes tragédias humanas costumam carregar camadas espirituais mais profundas — especialmente quando envolvem aliança, juízo e dispersão.
E é exatamente aqui que a narrativa começa a incomodar. Leia Mais… »
A verdade escondida nas Escrituras: a raça real que a História tentou apagar
O que a bíblia revela sobre a linhagem sagrada africana — e por que agora isso não pode mais ser silenciado!
Durante séculos, uma parte explosiva da história bíblica foi enterrada sob camadas de revisão, manipulação teológica e conveniências políticas. Mas chegou a hora de reabrir esse livro e encarar o que sempre esteve lá: a Bíblia descreve uma linhagem real, sagrada e profundamente africana, cuja identidade foi ocultada, distorcida ou simplesmente apagada. Leia Mais… »


