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Papa Francisco e a união das igrejas – O ecumenismo avança para sua reta final
Perigos que Ameaçam o Movimento Leigo – 2a. Parte
2. PARTE:
O que importa é ser membro da igreja invisível
Sabemos que Lutero foi excomungado da Igreja Católica, devido a sua crítica ao papado e às reivindicações deste. Naquela época, ser excomungado era muito pior que ser excluído da igreja hoje, por causa das graves consequências sociais implicadas. Contudo, Lutero manteve-se firme, inabalável, na fé, e inspirado por um conceito novo de igreja, tornou-se o pai da Reforma. Para se entender o conceito de igreja de Lutero é preferível usarmos o termo “congregação cristã”, visto a palavra “igreja”, como é usada hoje, possuir conotação diferente do conceito de Lutero (e do Novo Testamento).
Para Lutero, a igreja (ecclesia, palavra usada no original grego do Novo Testamento e traduzida como “igreja”) é em primeiro lugar e principalmente a comunhão dos crentes. É o conjunto de todos na terra que têm fé em Cristo. Isto não se refere a uma associação externa com instituições e ofícios, mas a uma comunhão interna compartilhada por todos os que possuem fé comum e a mesma esperança. Como tal, a igreja é questão de fé. A forte ênfase de Lutero nesta comunhão espiritual, invisível, como formadora da igreja era algo novo. A igreja para ele não era a instituição governada pelo papa, mas a união dos fiéis produzida pelo Espírito Santo em resposta à pregação da palavra de Deus em Cristo (Heb. 1:1-3). Essa comunhão é invisível e independente de tempo e espaço. Pois ninguém pode ver quem tem fé verdadeira, ou saber onde esta fé pode ser encontrada. Leia Mais… »
Vagner Macson responde a Leandro Quadros
Perigos que Ameaçam o Movimento Leigo
Queridos irmãos e leitores do Religião Pura.
Estimaria sua atenciosa leitura sobre este tema, haja vista ser de extrema utilidade para nortear o pensamento acerca da opção que fizemos ao afastarmo-nos de um elo denominacional que nos implicava na obediência cega aos princípios normativos, regimentos, manuais de conduta e submissão a um clero corrupto e herege. Mas o cerne da questão é como ficamos após essa libertação? Claro, que hoje procuramos evidenciar a alegria da liberdade em Cristo Jesus e isto tem um preço. Renúncia de si mesmo e carregar a cruz com a simplicidade que o Evangelho nos dá. Neste momento, configura-se diante de nós vários PERIGOS que ameaçam o desejo que temos em seguir fielmente o que o nosso Mestre, o Senhor Jesus, nos ensinou e quer de todos como um movimento que implica tão somente na adoração e na verdade.
A partir desta data, vamos publicar em série este artigo de suma importância para todos. Boa leitura e que o espírito do Pai Eterno dê-lhes entendimento. Amém!
1a. PARTE:
1: SER UMA COMUNIDADE PUNITIVA
Por Edegard Silva Pereira
O autor formou-se em Teologia no Colégio Adventista do Prata, Argentina. É Mestre em Ciências da Religião e Mestre em Comunica-ção Social. Foi pastor da IASD entre 1965 e 1988. Atualmente dedica-se a realizar palestras em empresas sobre desenvolvimento humano, numa perspectiva cristã.
“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão unidos a Cristo Jesus.” – Rom. 8:1r
Este artigo é o começo de uma série, na qual trato de refletir sobre a herança que o movimento leigo recebeu da IASD, e também sugerir o que esse movimento pode fazer para livra-se do fardo do passado. O ponto de partida é a herança da tendência que a IASD tem de ser uma comunidade obscura, punitiva e restrita, característica que são a raiz de muitos conflitos, de uma atmosfera religiosa carregada de elementos perturbadores. Leia Mais… »
A natureza da Santa Ceia – O Caminho Antigo
ANUNCIAR A JESUS CRISTO, SIM! INTOLERÊNCIA RELIGIOSA, NÃO!
A imposição de valores da maioria é fenômeno social e universal. Mas misturar ambições políticas e econômicas, com intolerância religiosa é extremamente perigoso, para não dizer trágico. E há muita gente vibrando com essa aparente “guerra santa”, principalmente aqueles que adoram o “poder” acima de tudo. Inseridos numa sociedade moralmente arruinada, com valores espirituais desprezados, a instituição da família praticamente falida, a infância abandonada, o desemprego, a fome, a miséria e a violência. Não podemos como cristãos perder tempo com problemas menores, principalmente com questiúnculas religiosas. É necessário somar e reforçar virtudes. Aprendemos nos evangelhos que combater outras religiões e ofender os seus fiéis não produz o fruto desejado. Jesus combateu aqueles que tinham a Palavra de Deus, que professavam a sua religião e não praticavam. Nossa mensagem deve ser centralizada em Jesus Cristo e nos seus ensinamentos. E a transformação vem pelo espírito de Deus no interior de cada um. O povo não vai abandonar que é desprezível, se não vier a conhecer verdadeiramente o Senhor Jesus Cristo. Leia Mais… »


