
Sobre o artigo “VACINAS COVID-19: ABORDANDO PREOCUPAÇÕES, OFERECENDO CONSELHO”, não se trata da declaração votada no concílio primaveril de 2015 (que portanto tem maior autoridade que este documento atual), mas de um novo documento, publicado pela Associação Geral no dia 18. E que ganhou significado especial pelo STF ter anunciado também que a vacina será obrigatória no Brasil, com medidas restritivas para quem não tomar.
Embora afirme “que as instruções bíblicas permanentes que proíbem o consumo de comida e sangue impuros (Levítico 11:1-20; 17:11-12; Atos 15:20) não se aplicam às vacinas pela razão óbvia de que as vacinas são produzidas como medicamentos para salvar vidas, não para servir de alimento,” o artigo reforça que: Leia Mais… »


