A volta dos sacrifícios humanos e o culto moderno à imortalidade proibida
A matéria que serviu de base para este artigo não é apenas “informação científica” ou “curiosidade tecnológica”. É uma janela para o estado espiritual do mundo, revelando até que ponto a humanidade está disposta a ir em sua guerra aberta contra o decreto de Deus que limita a vida humana: “porque certamente morrerás”.
O antigo sonho luciferiano — anular os efeitos do pecado e conquistar uma imortalidade autônoma — está novamente diante de nós.
Não é exagero. Não é retórica. É o cumprimento exato das palavras de Cristo: “Assim como foi nos dias de Noé…” Leia Mais… »
Resposta produzida no padrão de verdade progressiva, método adotado pelo site, que trabalha com paralelismos intencionais e aparente repetição — não para redundância, mas para aprofundar e ampliar o entendimento a cada novo texto sobre o tema. Como ensina a Sabedoria: “A vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito.” Provérbios 4:18.
Daniel 2 fala de biotecnologia quando descreve uma tentativa de mistura entre a humanidade (“barro”) e algo não-humano (“ferro”)? Leia Mais… »
Prepare-se, leitor do Adventistas.com: o que você está prestes a ver não é “curiosidade teológica”, mas um ataque direto ao véu que encobre a história sagrada desde os primeiros capítulos da humanidade.
Este vídeo recém-lançado expõe — com documentos, textos antigos e comparações devastadoras — aquilo que durante séculos foi silenciado: o Livro Proibido de Noé, um registro preservado nas cavernas do deserto e removido da Bíblia para que certas verdades jamais fossem divulgadas ao povo.
Por que você deve assistir imediatamente
O conteúdo revela detalhes ocultos do Gênesis, descreve a atuação dos anjos caídos, explica com clareza a origem dos Nefilins e escancara a engenharia genética pré-diluviana que moldou o mundo antes do juízo. Nada disso aparece nos sermões modernos — e não por acaso. Leia Mais… »
Nesta continuidade das ideias em debate, vamos aplicar diretamente Babel + Apocalipse à Inteligência Artificial (IA) como novo mediador universal, sem sensacionalismo barato, mas também sem neutralizar o choque do texto bíblico. A tese central é esta:
A IA não é a besta — ela é a imagem que fala. E, como tal, tende a se tornar o mediador universal entre o homem e a realidade. Leia Mais… »
Como tecnologia, espiritualismo e dados humanos preparam o maior engano profético — à luz da escatologia so sistema religioso
A pergunta não é mais se a humanidade acredita na vida após a morte. A pergunta agora é: quem promete essa continuidade — e por quais meios.
Durante décadas, a escatologia adventista alertou que o tempo do fim seria marcado por um engano global, sofisticado, convincente e profundamente espiritual. O erro comum foi imaginar esse engano apenas como manifestações místicas rudimentares ou crenças religiosas explícitas. O que estamos testemunhando, porém, é algo muito mais profundo: a construção de uma escatologia funcional alternativa, tecnológica, informacional e espiritual ao mesmo tempo. Leia Mais… »
É apenas o espírito ou “fôlego da vida”, o princípio vital que anima o corpo, segundo a tradição bíblica? Ou nosso conteúdo mental, memórias, habilidades, sentimentos, pensamentos…? E Deus então mantém nos registros celestiais, todas essas informações sobre cada pessoa, ações, intenções e escolhas…?
Poderia esse conteúdo mental ser acessado ou copiado, ainda que parcialmente, antes da morte por espíritos errantes dos gigantes antediluvianos, que usariam esses dados para simulações de vida após a morte em sessões espíritas? Leia Mais… »
Entre a devoção popular, a ciência moderna e a construção de uma iconografia embranquecida
Por Robson Ramos
Introdução — fé não precisa de relíquias para existir.
O Sudário de Turim é frequentemente apresentado como “a prova” física da ressurreição de Cristo, por conter a imagem de um homem em negativo, supostamente impressa no lençol que teria coberto o corpo de Jesus.
Ao longo do último século, essa peça foi elevada à condição de ícone religioso, objeto de peregrinação e instrumento apologético. Mas a pergunta honesta que se impõe é: há base científica sólida para tratá-lo como evidência da ressurreição? Ou estamos diante de um artefato histórico-medieval que reforçou, ao longo do tempo, uma iconografia europeizada de Cristo?
Este artigo reúne os principais dados científicos, críticas técnicas e estudos recentes (inclusive com modelagem digital e técnicas de análise de imagem) para examinar o Sudário de Turim com sobriedade, sem misticismo e sem submissão a tradições. Leia Mais… »
Espírito Santo ou Ruach HaKodesh: Quem ou o que esse termo realmente significa?
A diferença entre sopro, força viva e uma doutrina construída séculos depois
Durante séculos, a fé ocidental repetiu a expressão “Espírito Santo” como se seu significado fosse óbvio e imutável. Poucos se perguntaram de onde esse termo veio, em que idioma surgiu e qual era seu sentido original.
O que acontece quando uma palavra hebraica carregada de vida, ação e movimento é traduzida por um conceito abstrato moldado pela filosofia grega? A mudança não é apenas linguística: ela atinge a forma de crer, viver e compreender o próprio Elohim. Leia Mais… »
Hoje, vamos falar sobre o que a história nos ensinou sobre preparação para emergências. Estou falando de desastres anteriores. Desastres naturais, crises econômicas e falhas de infraestrutura moldaram comunidades ao longo da história. De furacões e incêndios florestais a apagões e pandemias, cada evento deixa lições valiosas. Infelizmente, muitos dos mesmos erros se repetem.
Compreender as lições aprendidas com desastres passados pode ajudar indivíduos e famílias a se prepararem com mais eficácia, reduzir o pânico e salvar vidas. A preparação não se baseia no medo, mas sim na sabedoria adquirida com a experiência. Este artigo analisa as lições mais importantes que a história nos ensinou sobre situações de emergência e como você pode aplicá-las hoje. Leia Mais… »
No vídeo acima, o empresário Pablo Marçal apresenta uma interpretação pessoal do relato bíblico do Jardim do Éden. Ele afirma que Deus teria criado o ser humano fora do Éden, posteriormente o colocado naquele jardim específico e, após a queda, apenas impedido o acesso à árvore da vida, sem destruir o Éden em si.
A partir dessa leitura, Marçal sugere que o local poderia ter permanecido fisicamente preservado ao longo do tempo e levanta a hipótese de que a região de Ngorongoro, na África, corresponderia à descrição bíblica do Éden, questionando se existiria alguma possibilidade de essa associação estar correta. Leia Mais… »
Análise de “That’s What the Old Ones Say: Pre-Colonial Revelations of God to Native America”
Este livro parte de uma tese simples e poderosa: A ideia de que Deus só começou a se revelar às Américas com a chegada dos europeus é falsa.
Linha central do livro
RiverWind reúne tradições orais, relatos cerimoniais e narrativas ancestrais de povos indígenas da América do Norte para sustentar que:
– havia conhecimento de um Criador único, supremo e moral
– esse Criador não era representado por imagens fixas Leia Mais… »
Dez anos depois de encerrarmos o debate que dividiu a Igreja Adventista do Sétimo Dia em trinitarianos e antitrinitarianos (veja links no rodapé), retornamos ao assunto trazendo para download um livro que já havíamos citado, mas não estava disponibilizado em português. Trata-se do Evangelho de Mateus aos Hebreus em sua versão original, sem o acréscimo da suposta ordem para batizar “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, jamais proferida por Jesus Cristo. Baixe-o já e aproveite toda a documentação que assegura sua autenticidade.
1. Se Jesus Cristo realmente proferiu a fórmula batismal trinitariana como a encontramos ali, os discípulos, mesmo depois do Pentecostes, não a entenderam corretamente e batizaram unicamente em nome de Jesus, pois não há nenhum relato de batismo trinitário na Bíblia. (Atos 2:38; 8:16; 10:48; Gálatas 1:12; etc.) Leia Mais… »
“Bem-aventurado é o varão que não anda no conselho dos ímpios…” (Salmo 1)
Quando pastores passam a sentar-se na roda dos escarnecedores
O Salmo 1 não é um poema neutro. É uma sentença divina. Uma linha divisória entre dois caminhos irreconciliáveis: o caminho do justo e o caminho dos ímpios.
“Bem-aventurado é o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.” (Salmo 1:1) Leia Mais… »
Pode isso? O ex-pastor, consultor de novelas, guia turístico, youtuber milionário e pseudo arqueólogo adventista Rodrigo Silva uniu-se a um cientista ateu, Sérgio Sacani, e está usando as dependências do Museu de Arqueologia Bíblica do Unasp para promover o ateísmo + evolucionismo, um novo modelo de ecumenismo antibíblico, sem qualquer controle da Administração e da Organização adventista. Até quando?
Não é um debate entre fé e ciência — é uma convergência contra a autoridade bíblica Leia Mais… »