Como tecnologia, espiritualismo e dados humanos preparam o maior engano profético — à luz da escatologia so sistema religioso
A pergunta não é mais se a humanidade acredita na vida após a morte. A pergunta agora é: quem promete essa continuidade — e por quais meios.
Durante décadas, a escatologia adventista alertou que o tempo do fim seria marcado por um engano global, sofisticado, convincente e profundamente espiritual. O erro comum foi imaginar esse engano apenas como manifestações místicas rudimentares ou crenças religiosas explícitas. O que estamos testemunhando, porém, é algo muito mais profundo: a construção de uma escatologia funcional alternativa, tecnológica, informacional e espiritual ao mesmo tempo. Leia Mais… »
É apenas o espírito ou “fôlego da vida”, o princípio vital que anima o corpo, segundo a tradição bíblica? Ou nosso conteúdo mental, memórias, habilidades, sentimentos, pensamentos…? E Deus então mantém nos registros celestiais, todas essas informações sobre cada pessoa, ações, intenções e escolhas…?
Poderia esse conteúdo mental ser acessado ou copiado, ainda que parcialmente, antes da morte por espíritos errantes dos gigantes antediluvianos, que usariam esses dados para simulações de vida após a morte em sessões espíritas? Leia Mais… »
Entre a devoção popular, a ciência moderna e a construção de uma iconografia embranquecida
Por Robson Ramos
Introdução — fé não precisa de relíquias para existir.
O Sudário de Turim é frequentemente apresentado como “a prova” física da ressurreição de Cristo, por conter a imagem de um homem em negativo, supostamente impressa no lençol que teria coberto o corpo de Jesus.
Ao longo do último século, essa peça foi elevada à condição de ícone religioso, objeto de peregrinação e instrumento apologético. Mas a pergunta honesta que se impõe é: há base científica sólida para tratá-lo como evidência da ressurreição? Ou estamos diante de um artefato histórico-medieval que reforçou, ao longo do tempo, uma iconografia europeizada de Cristo?
Este artigo reúne os principais dados científicos, críticas técnicas e estudos recentes (inclusive com modelagem digital e técnicas de análise de imagem) para examinar o Sudário de Turim com sobriedade, sem misticismo e sem submissão a tradições. Leia Mais… »
Espírito Santo ou Ruach HaKodesh: Quem ou o que esse termo realmente significa?
A diferença entre sopro, força viva e uma doutrina construída séculos depois
Durante séculos, a fé ocidental repetiu a expressão “Espírito Santo” como se seu significado fosse óbvio e imutável. Poucos se perguntaram de onde esse termo veio, em que idioma surgiu e qual era seu sentido original.
O que acontece quando uma palavra hebraica carregada de vida, ação e movimento é traduzida por um conceito abstrato moldado pela filosofia grega? A mudança não é apenas linguística: ela atinge a forma de crer, viver e compreender o próprio Elohim. Leia Mais… »
Hoje, vamos falar sobre o que a história nos ensinou sobre preparação para emergências. Estou falando de desastres anteriores. Desastres naturais, crises econômicas e falhas de infraestrutura moldaram comunidades ao longo da história. De furacões e incêndios florestais a apagões e pandemias, cada evento deixa lições valiosas. Infelizmente, muitos dos mesmos erros se repetem.
Compreender as lições aprendidas com desastres passados pode ajudar indivíduos e famílias a se prepararem com mais eficácia, reduzir o pânico e salvar vidas. A preparação não se baseia no medo, mas sim na sabedoria adquirida com a experiência. Este artigo analisa as lições mais importantes que a história nos ensinou sobre situações de emergência e como você pode aplicá-las hoje. Leia Mais… »
No vídeo acima, o empresário Pablo Marçal apresenta uma interpretação pessoal do relato bíblico do Jardim do Éden. Ele afirma que Deus teria criado o ser humano fora do Éden, posteriormente o colocado naquele jardim específico e, após a queda, apenas impedido o acesso à árvore da vida, sem destruir o Éden em si.
A partir dessa leitura, Marçal sugere que o local poderia ter permanecido fisicamente preservado ao longo do tempo e levanta a hipótese de que a região de Ngorongoro, na África, corresponderia à descrição bíblica do Éden, questionando se existiria alguma possibilidade de essa associação estar correta. Leia Mais… »
Análise de “That’s What the Old Ones Say: Pre-Colonial Revelations of God to Native America”
Este livro parte de uma tese simples e poderosa: A ideia de que Deus só começou a se revelar às Américas com a chegada dos europeus é falsa.
Linha central do livro
RiverWind reúne tradições orais, relatos cerimoniais e narrativas ancestrais de povos indígenas da América do Norte para sustentar que:
– havia conhecimento de um Criador único, supremo e moral
– esse Criador não era representado por imagens fixas Leia Mais… »
Dez anos depois de encerrarmos o debate que dividiu a Igreja Adventista do Sétimo Dia em trinitarianos e antitrinitarianos (veja links no rodapé), retornamos ao assunto trazendo para download um livro que já havíamos citado, mas não estava disponibilizado em português. Trata-se do Evangelho de Mateus aos Hebreus em sua versão original, sem o acréscimo da suposta ordem para batizar “em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, jamais proferida por Jesus Cristo. Baixe-o já e aproveite toda a documentação que assegura sua autenticidade.
1. Se Jesus Cristo realmente proferiu a fórmula batismal trinitariana como a encontramos ali, os discípulos, mesmo depois do Pentecostes, não a entenderam corretamente e batizaram unicamente em nome de Jesus, pois não há nenhum relato de batismo trinitário na Bíblia. (Atos 2:38; 8:16; 10:48; Gálatas 1:12; etc.) Leia Mais… »
“Bem-aventurado é o varão que não anda no conselho dos ímpios…” (Salmo 1)
Quando pastores passam a sentar-se na roda dos escarnecedores
O Salmo 1 não é um poema neutro. É uma sentença divina. Uma linha divisória entre dois caminhos irreconciliáveis: o caminho do justo e o caminho dos ímpios.
“Bem-aventurado é o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.” (Salmo 1:1) Leia Mais… »
Pode isso? O ex-pastor, consultor de novelas, guia turístico, youtuber milionário e pseudo arqueólogo adventista Rodrigo Silva uniu-se a um cientista ateu, Sérgio Sacani, e está usando as dependências do Museu de Arqueologia Bíblica do Unasp para promover o ateísmo + evolucionismo, um novo modelo de ecumenismo antibíblico, sem qualquer controle da Administração e da Organização adventista. Até quando?
Não é um debate entre fé e ciência — é uma convergência contra a autoridade bíblica Leia Mais… »
Há registros. Há gravações. Há testemunhos públicos. E há contradições que não podem mais ser ignoradas.
Há alguns anos, o conhecido palestrante adventista, Rodrigo Silva, ensinava algo raro em ambientes religiosos: honestidade intelectual diante do texto bíblico.
Ele afirmava abertamente que a Bíblia não foi escrita em linguagem científica, e que era desonesto forçar o texto sagrado a dizer o que ele não diz apenas para impressionar plateias.
Na época, seu ensino era claro: o argumento de que “a Bíblia já provava conceitos científicos antes da ciência” era falho e comprometia a integridade da interpretação.
O que ele ensinava antes
Em registros antigos, esse pregador reconhecia que: Leia Mais… »
Como o embranquecimento do divino, o Papai Noel e os presépios europeus confirmam a sabedoria da proibição bíblica
OBS. As imagens incluídas nesta postagem são apenas ilustrativas. Não servem para adoração — servem para desconstrução, exatamente como o Segundo Mandamento pretendia: impedir que imagens tomem o lugar da verdade. Elas revertem simbolicamente séculos de condicionamento imagético, sem infantilização, sem fantasia ingênua, com tom de denúncia, juízo e despertar. Foram pensadas exclusivamente para impactar o leitor, desconstruir séculos de iconografia europeizada e denunciar visualmente o embranquecimento do sagrado — sem pedir adoração, mas expondo o engano.
Poucos textos bíblicos foram tão mal compreendidos — e tão sistematicamente desobedecidos — quanto o segundo mandamento. E poucos se mostram hoje tão profeticamente lúcidos.
“Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.”
O texto não diz “não adorarás imagens”. Ele diz algo anterior, mais radical e mais incômodo: não farás. Leia Mais… »
Sincretismo, embranquecimento do sagrado e a fraude do “natal cristão” moderno
Há algo profundamente errado quando um velho nórdico, vestido de vermelho corporativo, ocupa o centro do imaginário natalino enquanto o Cristo histórico é empurrado para o fundo — embranquecido, infantilizado e despolitizado. A pergunta precisa ser feita sem medo, porque ela revela mais do que um detalhe folclórico. Ela expõe uma fraude espiritual cuidadosamente construída.
O que Papai Noel faz dentro do presépio? Leia Mais… »