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70% DO AZEITE VENDIDO NOS EUA É FALSO – SERÁ DIFERENTE NO BRASIL? FAÇA O TESTE E DESCUBRA

azeite_-_teste_-_novoCerca de 70% do azeite de oliva comercializado nos Estados Unidos é falso.

A constatação é da UC Davis Olive Center, um dos mais importantes centros de pesquisas sobre azeite de oliva, localizado na Califórnia, Estados Unidos.

O centro de pesquisas fez vários testes e os resultados mostraram que 69% do azeite extravirgem vendido nos EUA é falso.

E no Brasil, você acha que é diferente?

É uma verdadeira crime essa falsificação do azeite de oliva.

Ele é um dos alimentos mais saudáveis.

Segundo pesquisas, é rico em antioxidantes e importante para uma vida longa.

Infelizmente, estão falsificando nosso azeite.

A falsificação do produto parece estar fora de controle, e não podemos confiar nem nas marcas mais famosas.

E ela ocorre em escala mundial.

E, para complicar, os falsificadores de azeite fazem o crime de uma forma que até mesmo os especialistas têm dificuldade para detectar a adulteração..

Um golpe comum dos falsificadores é adicionar outro óleo de baixa qualidade (e mais barato), como o óleo de canola.

O gosto é por vezes ajustado com aditivos artificiais e a cor “aperfeiçoada” com corantes artificiais.

Para descobrir se o azeite de oliva que você comprou é falso,  faça o seguinte teste caseiro:

Coloque a quantidade de meio copo de azeite de oliva em uma jarra de vidro e, em seguida, leve para o freezer.

Se o azeite NÃO foi adulterado, deve congelar parcial ou totalmente em 7 dias.

Se após 7 dias ainda não houver sinais de congelamento no azeite de oliva, é muito provável que ele seja falso.

A dica é da UC Davis Olive Center, um dos mais importantes centros de pesquisas sobre azeite de oliva, localizado na Califórnia, Estados Unidos.

A taxa de confiabilidade do teste é alta, mas não é de 100%, pois, como dissemos no início, alguns falsificadores têm desenvolvido método cada vez mais avançados para burlar a lei e enganar os consumidores.

O fato é que a tecnologia está facilitando a criação de produtos alimentícios, como o azeite, totalmente falsificados.

E isso é muito preocupante.

Para nós, só existe uma solução: a pressão da sociedade para que os governos invistam em laboratórios superavançados para a análise de alimentos e a criação de certificações rigorosas de qualidade.

Isso certamente inibiria a ação dos maus produtores e ia diminuir consideravelmente a falsificação.

Antes de finalizar a reportagem, mais uma dica: o custo de produção de um bom azeite de oliva é alto.

Desconfie, portanto, de marcas muito baratas.

Ah, tem outra dica: se a garrafa do azeite não for escura, também fique com um pé atrás.

Um produtor sério de azeite sabe que a luz oxida o produto.

*Notícias sobre tratamentos caseiros, não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

FONTE: CURA PELA NATUREZA

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Sobre Max Rangel

Servo do Eterno, Casado com Arlete Vieira, Pai de 2 filhas, Analista de Sistemas, Fundador e Colunista do site www.religiaopura.com.br.

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