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A NATUREZA HUMANA DE JESUS COMENTADA PELO PASTOR DOUG BATCHELOR

O Pastor Doug Batchelor compara a natureza humana de Jesus com a natureza de Adão, respondendo peguntas como “Tinha Jesus tendência ao pecado?”, ou “A natureza humana de Jesus se aproxima mais da nossa ou da natureza de Adão anteriormente à sua queda?”. O vídeo foi gravado em setembro/2008, ao vivo na IASD Central de Sacramento, Califórnia, e se refere à lição da Escola Sabatina n.o 3 do IV Trimestre de 2008. Este vídeo foi extraído do vídeo completo da esplanação dessa lição disponível na seção “Central Study Hour” do site “Amazing Facts”. A legenda em português foi elaborada por deciosjr@gmail.com.

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4 comentários

  1. Heráclito Fernandes da Mota

    Prezado Irmão Paulo, e demais irmãos

    A questão da Natureza pre ou pos lapsariana de Jesus tem sido coberta por preconceitos e medo de assumir uma suposta compreensão igual ou parecida com o posicionamento Católico ou adventista.

    Sou amplamente favorável ao conceito Pre lapsariano, tendo em vista ser este ensino o mais coerente com a doutrina da salvação pela graça mediante a fé.

    Para mim fica claro que as assertivas do tipo: “Jesus é o nosso exemplo…” “temos que vencer como Ele venceu… etc.” são afirmativas que de forma consciente ou inconsciente dispensam os méritos de um Salvador substituto, para estabelecer um caminho de salvação pela vitória sobre o pecado mediante a fidelidade ou esforço do pecador, o que é totalmente incompatível com os ensinos do Apostolo Paulo, bem como com as diretrizes bíblicas.

    Se nossa necessidade fosse de um “exemplo” e não de um “Salvador substituto” não teria sido necessária a vida e morte do Unigênito Filho de Deus. Bastaria que um dos Patriarcas ou Profeta cumprisse este papel!

    Se a premissa da vitória sobre o pecado fosse o pré-requisito indispensável para a salvação onde estaria o ladrão que foi crucificado com Jesus? Como seria justificado o Publicano da Parábola? (Lucas 18:10-14)

    “O SENHOR TE ABENÇOE E TE GUARDE”

    Fraternalmente,
    Heráclito Fernandes da Mota

  2. Sabe querido Heráclito, sou antitrinitariano, mas creio na natureza divina de Cristo, mas não como um Deus co-eterno com o Pai e sim como o Divino Filho de Deus, da mesma substância do Pai, gerado na eternidade, santo e incontaminado, crêio que este perfeito ser, Ele mesmo: o santo e incontaminado Filho encarnou.

  3. A NATUREZA DE CRISTO
    – Uma Breve Análise da Tese Pré Lapsariana.
    No Livro “Questões Sobre Doutrina”, Capítulo 6 – Temos:
    – Pg. 77 –“ Somente o impecável Filho de Deus podia ser nosso substituto.”
    – Pergunta: O termo impecável, significa que Cristo estava impedido de pecar?
    Na página 81 temos a pergunta: “III. Podia Cristo Ter Pecado?”
    A seguir, está escrito: – Esta questão vital apresenta diversidade de opiniões na igreja cristã em geral. Alguns julgam que era impossível Jesus pecar; outros, que era possível. Associamo-nos aos últimos (ou seja, a posição ASD é de que Cristo podia pecar) em nossa maneira de compreender o assunto e, assim como em muitos outros aspectos da doutrina cristã, eminentes eruditos da igreja através dos séculos têm-se expressado de maneira muito semelhante à nossa.
    Em nossa análise, essa posição é correta, senão não teria sentido as tentações, e aqui fazemos referência às três tentações diretas, mencionadas em Mateus 4; mas certamente muitas outras houveram, a última foi para que Ele descesse da cruz.
    Na revista PAROUSIA, da Editora UNASPRESS, em sua edição do 1º semestre de 2008, trazendo como tema de capa “A NATUREZA DE CRISTO”, a partir da pg. 31, traz uma matéria, com o título que é uma pergunta: “QUE NATUREZA HUMANA JESUS ASSUMIU? E, nesse mesmo título já antecipa a resposta em seu título – NÃO CAÍDA.
    O autor se apresenta com o pseudônimo BENJAMIN RAND, que causa uma certa curiosidade e ao mesmo tempo estranheza, levando a uma das hipóteses de que seja o Editor, AMIN A. RODOR.
    A defesa da tese de que, a natureza humana de Cristo tenha sido a não caída (ou seja, a natureza de Adão antes de ter pecado – PRÉ LAPSARIANA), está fundada numa pressuposição equivocada: A de que, o pecar ou não pecar esteja associada à natureza do “ser”.
    Por quê essa pressuposição é equivocada? – Porque, tanto no céu; Lúcifer e os anjos que o seguiram no pecado, não tinham uma natureza com tendência para o pecado. Como na terra; os primeiros (Adão e Eva), não tinham uma natureza com tendência para o pecado, e, pecaram.
    Em contrapartida, depois de muitos anos sob a influência do pecado, houve um homem, o patriarca Jó, que o Criador resolveu apresentar ao inimigo e ao universo que a questão do pecar ou não pecar não depende da natureza humana (pós lapsariana) e ainda mais, sob a mais severa condição de degradação física; e, assim segundo Deus, Jó era íntegro e reto, e sob a tentação de Satanás, não pecou.
    Pecar ou não pecar é uma questão de escolha pessoal, e não de natureza do ser (agente criado por Deus com liberdade de escolha).
    Também no caso de Cristo, mesmo não tendo sido criado, mas gerado, a questão de Ele não ter pecado, absolutamente não foi porque tivesse uma natureza humana anterior a essa situação, mas por ter escolhido não pecar, em cada situação de tentação.
    Há muitas teses que são defendidas, tendo por base a Bíblia, que quando aceitas e autorizadas por acadêmicos Doutores religiosos, passam de teses para teorias.
    Uma dessas teorias é a da imortalidade da alma. E, veja que é defendida com base na Bíblia! E ainda mais, a maioria dos cristãos a têm adotado!
    Assim é com a tese do pré lapsarianismo, não passa de uma teoria! Por quê?
    Perguntas:
    – Adão – antes do pecado – sentia tristeza?
    – Adão – antes do pecado – sentia angústia?
    – Adão – antes do pecado – chorava?
    – Adão – antes do pecado – sentia cansaço?
    – Adão – antes do pecado – sentia dor?
    Pelo que temos indicação nas Escrituras Sagradas, a resposta é, sem nenhuma dúvida: NÃO! Caso contrário, a descrição de que tudo era perfeito e era bom, não seria uma VERDADE!
    Também, pelas Escrituras Sagradas, temos informações seguras de que, Jesus Cristo, teve todos esses sentimentos, e os vivenciou verdadeiramente.
    Agora a grande pergunta:
    – SE A NATUREZA DE CRISTO FOSSE PRÉ LAPSARIANA, as informações de que Jesus sentiu todos esses sentimentos e sensações da condição pós lapsariana, e reagiu como sendo uma pessoa humana sob os efeitos do pecado, se comportando como tendo a mesma natureza de uma pessoa de sua época, então suas reações foram ENCENAÇÃO???!!! TEATRO???!!! MENTIRA???!!!
    Cristo, não tendo pecado, se tivesse feito encenações de sentir angústia, não sentindo; sentir tristeza, não sentindo; chorar, apenas para representar, sentir cansaço, sem estar cansado; sentir dor, sendo que na realidade não estivesse tendo tal sensação; todas essas condicionantes não seriam, diante das aparências, uma grande FARSA???!!!
    – UMA GRANDE MENTIRA???!!!
    Nos é dito, nas Sagradas Escrituras, que Jesus não pecou, portanto nunca mentiu!
    – Não enganou, quando chorou!
    – Não enganou, quando sentiu tristeza!
    – Não mentiu, quando sentiu angústia!
    – Não mentiu, quando sentiu cansaço!
    – Não mentiu, quando sentiu dor!
    HUMANAMENTE, JESUS, NÃO FOI “UM ENTRE NÓS”! JESUS FOI “UM DE NÓS”!
    – Se assim não fora, Ele teria sido um grande “ator”, ou seja um GRANDE MENTIROSO!!!???
    – ISSO É O QUE PROMOVE ESSA TEORIA “PRÉ LAPSARIANISMO”
    Não é porque alguns “desequilibrados” (Perfeccionistas, com os quais não concordo), defendam a tese oposta ao “pré”; assim como alguns “desequilibrados” (Sabatistas legalistas, com os quais não concordo), defendam a tese da “santidade do sábado”, que devemos ficar ao lado da irracionalidade da tese “pré”.
    PRINCIPALMENTE PORQUE ESSA TESE TEM O PROPÓSITO, NÃO PERCEBIDO PELOS SEUS DEFENSORES, QUE É UMA TESE DO INIMIGO, COM O PROPÓSITO DE FAZER DE CRISTO UM ENGANADOR, QUE DEMONSTRAVA ESTAR SENTINDO ALGUMAS DAS SENSAÇÕES CONSEQUENTES DO PECADO, MAS QUE PELA SUA CONDIÇÃO HUMANA ANTERIOR A ESSAS CONSEQUÊNCIAS (Adão, antes do pecado, não as sentia), QUANDO NÃO AS SENTIA VERDADEIRAMENTE!

    P.S.
    Estas considerações não contemplam a natureza Divina de Cristo que, creio, era coexistente em sua pessoa, e que era mantida sob impedimento de prevalência ou ação sobre a natureza humana.

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