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Análise da Doutrina do Juízo Investigativo por Phillipe Hottman

Introdução
Num estudo minucioso, que, somados os meses, levou mais de um ano para ficar pronto, analisei ponto a ponto a doutrina do Juízo Investigativo, seja nos escritos de Ellen G. White, seja nos textos bíblicos indicados pela doutrina adventista para sustentar essa doutrina.
Cheguei as seguintes conclusões:
1.      Sem os escritos de Ellen G. White, a doutrina do Juízo Investigativo NÃO se sustenta;
2.      Para justificar a existência do Juízo Investigativo, os versos bíblicos utilizados (para dar embasamento a essa teoria) são distorcidos, manipulados, retirados de seu contexto e forçados a dizer coisas que eles não dizem, nem em seu texto, nem em seu contexto.
3.      A doutrina do Juízo Investigativo é uma criação de Ellen G. White para justificar a data, a interpretação e o movimento de 1844.
O que Ellen White naquela época não sabia e não previa, é que essa doutrina daria muito trabalho e traria muitos problemas para a teologia adventista e ainda mais especialmente, para os teólogos adventistas. Isso mesmo, para sustentar e justificar essa doutrina, a IASD investiu pesado e com isso perdeu homens valorosos, capazes, verdadeiros, cristãos sinceros, que, por mais que estudassem, não viam nenhum sentido nessa doutrina estranha e antibíblica. Outros tiveram que se calar para manter suas posições, empregos e famílias.
Quando comecei o estudo, eu ainda acreditava em Ellen White, pois como adventista do sétimo dia, ainda que visse alguns problemas em aspectos específicos do seu ministério (a questão do empréstimo literário – plágio), no conjunto, eu ainda acreditava na questão do dom. Então, a princípio, o estudo não partia de um oponente, mas de um membro devoto. Mas quando terminei o estudo…
Bem, vamos ao estudo. Como ele é um pouco extenso, eu o dividi em duas partes.
Parte I – Apresentando o Porquê da Crença Adventista no Juízo Investigativo
Os Versos Bíblicos
1.      Após ler o Manual da Igreja [na parte das Doutrinas adventistas] e os textos de Ellen White, pode-se extrair os principais versos utilizados para sustentar a doutrina do Juízo Investigativo:
a)    o anúncio de um juízo (Apoc. 14:6 e 7);
b)   um juízo realizado nos Céus a “favor dos santos” e “contra o poder que os oprimia” (Daniel 7:9 e 10);
c)    [há] uma consulta aos livros para ver quem será livrado no tempo de angústia (Daniel 12:1 e 2);
d)   o fato de que os santos serão julgados antes dos ímpios (I Ped. 4:17).
2.      Outros textos bíblicos são ainda utilizados para ajudar a construir e reforçar a ideia do “juízo investigativo”. No entanto é bom recordar que a maioria dos textos seguintes falam sobre o juízo de forma geral e não trazem absolutamente nada que possa implicar em um juízo investigativo. Ou seja, a teologia adventista criou a partir desses versos uma associação com o tema, já que os versos falam sobre juízo.
3.      Estes versos bíblicos que são utilizados por Ellen White e pelos teólogos adventistas falam sobre:
a)      os livros (Êxodo 32:32 e 33, Salmos 69:27 e 28, Lucas 10:20, Apoc. 3:5, 20:12 e 15),
b)      o Livro da Vida (20:12),
c)      todos serão julgados (Eclesiastes 3:7, 12:14),
d)      os mortos serão julgados (20:12),
e)      os santos julgarão os ímpios e os anjos (I Cor. 6:2 e 3),
f)        o galardão, a recompensa (Apoc. 22:12).
4.      Ainda outras referências bíblicas, que não utilizam a palavra ‘juízo’, são utilizadas como uma ‘ponte de ligação’ para se forçar uma chegada ao assunto, como por exemplo, Daniel 8:14, que fala sobre a purificação do santuário.
5.      Numa exegese límpida, sem extrair dos versos bíblicos o que não está [revelado] claramente no texto e no seu contexto, não há na Teologia Adventista e nos escritos de Ellen White os [alegados] elementos suficientes para estabelecer o “juízo investigativo” ou “juízo pré-advento”.
6.      Assim, qualquer inferência ou dedução para um “juízo investigativo” com tantos detalhes como os apresentados por Ellen G. White na obra “O Grande Conflito” é apenas e tão somente “uma interpretação” particular, NÃO uma afirmação clara do texto bíblico.
A análise de Apoc. 14:6 e 7Daniel 7:9 e 10Daniel 12:1 e 2 e I Ped. 4:17 e dos demais versos apresentados, não leva de forma alguma por si mesmos ao juízo investigativo. Nenhum teólogo e nenhuma Igreja defende isso. Em outras palavras, somente a Igreja Adventista e sua profetiza, partindo desses versos conseguiram chegar a essa conclusão.
A contribuição de Ellen White
Afirmamos a princípio que sem as declarações [afirmações] de Ellen White não é possível sustentar a doutrina do Juízo Investigativo. Você verá o porquê agora. Observe as afirmações que ela fez sobre o assunto “juízo investigativo” no livro “O Grande Conflito” (as páginas estão nos parênteses):
“A obra do juízo investigativo e extinção dos pecados deve efetuar-se antes do segundo advento do Senhor. Visto que os mortos são julgados pelas coisas escritas nos livros, é impossível que os pecados dos homens sejam cancelados antes de concluído o juízo em que seu caso deve ser investigado.” (p. 488)
“… os únicos casos a serem considerados são os do povo professo de Deus. O julgamento dos ímpios constitui obra distinta e separada, e ocorre em ocasião posterior”. (p. 480)
“Começando pelos que primeiro viveram na Terra, nosso Advogado apresenta os casos de cada geração sucessiva, finalizando com os vivos. Todo o nome é mencionado, cada caso minuciosamente investigado. Aceitam-se nomes, e rejeitam-se nomes.” (p. 486).
“O sangue de Cristo, oferecido em favor dos crentes arrependidos, assegurava-lhes perdão e aceitação perante o Pai; contudo, ainda permaneciam seus pecados nos livros de registroComo no serviço típico havia uma expiação ao fim do anosemelhantementeantes que se complete a obra de Cristo para redenção do homemhá também uma expiação para tirar o pecado do santuário. Este é o serviço iniciado quando terminaram os 2.300 dias. Naquela ocasião, conforme fora predito pelo profeta Daniel, nosso sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo para efetuar a última parte de Sua solene obra: purificar o santuário.” (p. 420). “Pela sua morte iniciou essa obra, para cuja terminação ascendeu ao Céu, depois de ressurgir.” (p. 492). “Remissão, ou ato de lançar fora o pecado, é a obra a efetuar­se.”(p. 417).
Vivemos hoje no grande dia da expiação.” (p. 489)
“Os que estiverem vivendo sobre a Terra quando a intercessão de Cristo cessar no santuário celestial, deverão, sem mediador, estar em pé na presença do Deus santo. Suas vestes devem estar imaculadas, o caráter liberto de pecado, pelo sangue da aspersão. Mediante a graça de Deus e seu próprio esforço diligente, devem eles ser vencedores na batalha contra o mal.” (p. 425)
“Deixando Ele o santuário, as trevas cobrem os habitantes da Terra. Naquele tempo terrível os justos devem viver à vista de um Deus santo, sem intercessor.”(p. 614)
“Satanás nada pôde achar no Filho de Deus que o habilitasse a alcançar a vitória. Tinha guardado os mandamentos de Seu Pai, e não havia nEle pecado que Satanás pudesse usar para a sua vantagem. Esta é a condição em que devem encontrar-se os que subsistirão no tempo de angústia.”(p. 623)
“Esta era a obra que, dia após dia, se prolongava por todo o ano. Os pecados de Israel eram assim transferidos para o santuário, e uma obra especial se tornava necessária para a sua remoção. Deus ordenou que fosse feita expiação para cada um…” (p. 418)
“Aceitam-se nomes, e rejeitam-se nomes. Quando alguém tem pecados que permaneçam nos livros de registro, para os quais não houve arrependimento nem perdão, seu nome será omitido do livro da vida, e o relato de suas boas ações apagado do livro memorial de Deus. O Senhor declarou a Moisés: “Aquele que pecar contra Mim, a este riscarei Eu do Meu livro.” Êxo. 32:33. E diz o profeta Ezequiel: “Desviando-se o justo da sua justiça, e cometendo a iniqüidade, … de todas as suas justiças que tiver feito não se fará memória.” Ezeq. 18:24. (p. 483)
“Os livros de registro no Céu, nos quais estão relatados os nomes e ações dos homens, devem determinar a decisão do juízo.” (p. 480)
A obra de cada homem passa em revista perante Deus, e é registrada pela sua fidelidade ou infidelidade. Ao lado de cada nome, nos livros do Céu,estão escritoscom terrível exatidão, toda má palavra, todo ato egoísta, todo dever não cumprido, e todo pecado secreto, juntamente com toda artificiosa hipocrisia. Advertências ou admoestações enviadas pelo Céu, e que foram negligenciadas, momentos desperdiçados, oportunidades não aproveitadas, influência exercida para o bem ou para o mal, juntamente com seus resultados de vasto alcance, tudo é historiado pelo anjo relator.” (p. 482)
“O juízo ora se realiza no santuário celestial. Há muitos anos esta obra está em andamentoBreve, ninguém sabe quão breve, passará ela aos casos dos vivos. Na augusta presença de Deus nossa vida deve passar por exame.” (p. 490)
“O mais profundo interesse manifestado entre os homens nas decisões dos tribunais terrestres não representa senão palidamente o interesse demonstrado nas cortes celestiais quando os nomes inseridos nos livros da vida aparecerem perante o Juiz de toda a TerraO Intercessor divino apresenta a petição para que sejam perdoadas as transgressões de todos os que venceram pela fé em Seu sangue, a fim de que sejam restabelecidos em seu lar edênico, e coroados com Ele como co-herdeiros do “primeiro domínio”. (p. 483, 484)
As Conclusões Adventistas
A partir dos textos bíblicos (mencionados a princípio) e dos textos de Ellen White (mencionados acima), o adventistas creem que em 1844, ao Jesus passar do Santo para o santíssimo do Santuário Celestial, teve início o juízo investigativo. O termo juízo investigativo se refere a obra de examinar os registros, mantidos pelos anjos celestiais, de todos os atos dos que professaram ser filhos de Deus. O resultado desta investigação minuciosa determinará quem estará qualificado para ir para o céu.
Assim, a teologia adventista crê num juízo investigativo porque acredita que:
a)       todos serão julgados, os justos e os ímpios;
b)       existem registros nos Céus do que se passa na Terra;
c)       existe a possibilidade de um nome ser riscado do livro da Vida;
d)       os justos serão julgados antes dos ímpios;
e)       os justos participarão do julgamento final na posição de juízes, pois também estarão julgando.
É verdade que estes itens são uma simplificação didática. Para a crença de que [todos] os justos serão julgados [num julgamento separado] antes dos ímpios, é dado o nome [ao juízo dos justos] de “Juízo Investigativo”.
Uma pessoa que não gastasse tempo analisando minuciosamente cada ponto, poderia até mesmo ser convencida da validade dessa ‘interpretação particular’ adventista. E durante um tempo, eu acreditei nessa doutrina. Mas felizmente, resolvi analisar e rapidamente descobri que há problemas nessa interpretação que levaram a controvérsias entre os teólogos da igreja sobre questões vitais ligadas ao juízo investigativo. Logo, a maioria dos que discordam da “crença oficial” preferem manter silêncio sobre a sua maneira de ver este tema, para não entrar em conflito com a Igreja (ou seja, com Ellen White).
Analisando e Questionando os pontos “sensíveis”
Há três grandes “questões” na doutrina do juízo investigativo que derivam de afirmações de Ellen G. White ou de escritores adventistas. A primeira é ligada ao próprio “juízo investigativo”, a segunda é ligada ao “pecado” e à “expiação” e a terceira é ligada aos santos no “tempo de angústia”. Essas questões são de fato “problemas”.
1.      O primeiro “problema” da doutrina do “juízo investigativo” reside em cinco conclusões de Ellen White. Ou seja, NÃO são afirmações do texto bíblico, são apenas conclusões da sra. White:
a)      de que o ‘juízo investigativo’ só se refere aos santos onde todos os que professaram ser o povo de Deus serão julgados;
b)      de que no “juízo investigativo” todos os que professaram ser o povo de Deus em todas as épocas serão julgados;
c)      os santos não comparecerão ao seu próprio juízo, mas serão representados;
d)      de que o ‘juízo investigativo’ começou em 1844;
e)      de que, a qualquer instante o “juízo investigativo” pode chegar a uma pessoa que está viva no tempo presente.
2.      O segundo “problema” da doutrina do “juízo investigativo” é derivado de sete questões ligadas ao “pecado” e à “expiação” no Santuário Celestialsegundo a interpretação de Ellen G. White e de outros autores adventistas que seguiram a mesma linha de raciocínio dela. Novamente vale destacar, NÃO são afirmações dos textos bíblicos, mas interpretações:
a)      de que durante “dezoito séculos” os pecados foram apenas perdoados, não cancelados;
b)      de que “é impossível que os pecados dos homens sejam cancelados antes de concluído o juízo em que seu caso deve ser investigado” (p. 488);
c)      de que os pecados perdoados continuam anotados “nos livros de registro” (p. 420);
d)      de que é necessário que Cristo peça “perdão” uma segunda vez pelos pecados já confessados e perdoados dos santos (p. 483);
e)      de que a expiação de Cristo não é uma obra “completa” na cruz e tem sido completada ao longo dos séculos no santuário celestial;
f)        de que o “dia da expiação” no Santuário Celestial não dura “um dia”, mas um período de tempo indefinido (p. 489);
g)      de que o “dia da expiação” era uma figura (tipo) do dia do juízo.
3.      O terceiro “problema” dessa doutrina é ligado a conclusões de Ellen White sobre dois eventos subsequentes ao encerramento do juízo investigativo e a obra de Cristo no Santuário Celestial que ocorrem no “tempo de angústia”. NÃO são afirmações dos textos bíblicos, mas interpretações. Para Ellen White, ao finalizar o “juízo investigativo”, Jesus deixa o Santuário e antes do seu retorno a Terra:
a)      os santos terão de viver diante de Deus sem um intercessor;
b)      os santos alcançarão um tal  padrão de perfeição, ou de impecabilidade que “provará” para o Universo que é possível a “perfeita obediência humana” à lei de Deus.
Novamente sendo didáticos, percebe-se que há muitos pontos peculiares na “interpretação” adventista que levam à crença do “juízo investigativo” e a maioria deles é sustentada pelas declarações de Ellen White:
I.          O “juízo investigativo” só se refere aos santos;
II.       No “juízo investigativo” todos os que professaram ser o povo de Deus em todas as épocas serão julgados;
III.     Os santos não comparecerão ao seu próprio juízo, mas serão representados;
IV.    O “juízo investigativo” começou em 1844;
V.       A qualquer instante o “juízo investigativo” pode chegar a uma pessoa que está viva no tempo presente.
VI.    Durante “dezoito séculos” (ou mais) os pecados foram apenas perdoados, não cancelados;
VII.  “É impossível que os pecados dos homens sejam cancelados antes de concluído o juízo em que seu caso deve ser investigado”;
VIII.         Os pecados perdoados continuam anotados “nos livros de registro”;
IX.    É necessário que Cristo peça “perdão” uma segunda vez pelos pecados já confessados e perdoados dos santos;
X.       Afirmar que no sistema sacrificial através dos sacrifícios diários “o pecado transferia-se, mediante o sangue, em figura, para o santuário”, “contaminando-o”;
XI.    A expiação de Cristo não é uma obra “completa” na cruz e tem sido completada ao longo dos séculos no santuário celestial;
XII.  O “dia da expiação” no Santuário Celestial não dura “um dia”, mas um período de tempo indefinido;
XIII.         O  “dia da expiação” era uma figura (tipo) do dia do juízo.
XIV.         Os santos terão de viver diante de Deus sem um intercessor no tempo de angústia;
XV. Os santos no tempo de angústia alcançarão um tal  padrão de perfeição, ou de impecabilidade que “provará” para o Universo que é possível a “perfeita obediência humana” à lei de Deus.
Analisemos agora separadamente, um a um, os problemas dessa teoria ou doutrina do Juízo Investigativo, que tornam essa crença uma verdadeira distorção da mensagem bíblica.
I. O “juízo investigativo” só se refere aos santos onde todos os que professaram ser o povo de Deus serão julgados;
1.      EGW fala que os santos serão julgados, mas a Bíblia fala que os santos não passarão por juízo. João 5:24: “Em verdade, em verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna e não entra em juízo, mas já passou da morte para a vida.”
2.      Ellen G. White afirmou que no juízo investigativo “os únicos casos a serem considerados são os do povo professo de Deus”. Se é assim, como entender quando o Apocalipse fala: “Bem aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor” (Apoc. 14:13). Como poderia a Bíblia chamar de ‘bem aventurado’ alguém que ainda não foi julgado? E se essa pessoa não passar no “juízo investigativo”? Ela deixará de ser ‘bem-aventurada’?
II. No juízo investigativo todos os que professaram ser o povo de Deus em todas as épocas serão julgados;
3.      Ellen G. White fala que começando por Adão, cada caso será minuciosamente investigado. Se é dessa forma, por que então haveria a necessidade de juízo investigativo de pessoas que foram declaradas salvas antes de começar o Juízo Investigativo? Abel (Mateus 23:35), Abraão (Rom. 4:2-5), Isaque e Jacó (Mateus (8:11), O Ladrão na Cruz (Lucas 22:43), Moisés (Judas 9).
4.      Ou seja, há uma lógica em se analisar o caso de alguém sobre quem se tenha dúvidas de sua salvação, mas é COMPLETAMENTE ILÓGICO fazer um julgamento de quem já foi “absolvido” e declarado ‘salvo’. E ainda se considerarmos que há “expectadores” invisíveis e de outros mundos nos observando, eles já estão conscientes da salvação alcançada pelos santos acima mencionados.
5.      Para Ellen G. White “todo nome é mencionado” no juízo de investigação. Qual a necessidade dos apóstolos passarem por um “juízo investigativo”? Seus nomes fazem parte dos fundamentos da Nova Jerusalém: “E o muro da cidade tinha doze fundamentos, e neles os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.” (Apocalipse 21:14). É difícil de imaginar o que poderia ocorrer se algum deles for reprovado no juízo investigativo.
6.      Ellen G. White afirma que o exame no Juízo Investigativo começará pelos primeiros habitantes da terra e “nosso Advogado apresenta os casos de cada geração sucessiva”. Estranho, pois a  onisciência divina se revela claramente no conhecimento que Deus tem daqueles que lhe pertencem: “Todavia o fundamento de Deus permanece firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que lhe pertencem…”(II Timóteo 2:19). Como isso precisa depender de um “juízo investigativo”? E qual a necessidade disso, se Jesus sabe quem lhe pertence? Em João 10:14 ele diz: “Eu sou o bom pastor;conheço as minhas ovelhas, e elas me conhecem”.
III. Os santos não comparecerão ao seu próprio juízo, mas serão representados;
7.      Ellen White afirma que os justos “não estarão presentes em pessoa no tribunal em que seus registros são examinados e decidido seu caso”. Porém, Paulo afirma que “todos nós devemos comparecer ante o tribunal de Cristo” (II Coríntios 5:10). Essa é uma contradição bizarra de Ellen White, pois se ela dissesse o contrário, até haveria algum sentido, pois este verso a justificaria.
IV. O “juízo investigativo” começou em 1844;
8.      Ellen G. White afirmou que “é impossível que os pecados dos homens” [sejam] fossem cancelados antes de 1844. Se ninguém teria seus pecados totalmente “expiados” antes de 1844, pois ninguém ainda havia passado pelo “juízo investigativo” para o “cancelamento” dos mesmos, como a Bíblia afirma que Moisés, Elias e Enoque já estão no Céu? Ou no caso deles é diferente, porque como eles viveram antes da morte de Jesus, o sangue de bodes e carneiros foi suficiente para fazer a expiação? Eles foram dispensados do juízo investigativo? Ou a expressão “todos” que Ellen G. White utiliza não quer realmente dizer “todos”?
9.      Na nossa doutrina, nós afirmamos que as 2300 tardes e manhãs de Daniel 8:14 cumprem-se em 1844. Isso está bem estabelecido com datas, textos bíblicos, diagramas proféticos e fatos históricos. Porém nós adicionamos como obra de Cristo no santuário Celestial, além da intercessão, a obra do “juízo investigativo”. Em Hebreus, livro “chave” no estabelecimento de nossa doutrina do Santuário, só há a descrição da “expiação” e “intercessão” de Cristo no Santuário Celestial. Não há nenhuma menção a algum “juízo” que Cristo realiza no Santuário. Não nos parece isso estranho?
V. A qualquer instante, o “juízo investigativo” pode chegar a uma pessoa que está viva no tempo presente.
10.  Temos as afirmações de Ellen G. White de que a qualquer momento o nome de uma pessoa que está viva  pode “passar” no Juízo Investigativo. Essa pessoa deve estar preparada para não ser pego de surpresa e ter seu destino traçado para sempre. Isto é incompatível com a segurança da salvação prometida pela Bíblia.
11.  I João 5:13 fala claramente da segurança da salvação. “Estas coisas vos escrevo, a vós que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna.”  Para uma pessoa que crê no juízo investigativo, como ela pode se sentir segura de sua salvação? Pense na suposição de que “ela creia firmemente que está salva” e se “sinta segura de sua salvação”, mas ela esteja “definitivamente perdida” com base no juízo investigativo. De que adiantam suas ações, sua certeza, sua segurança? Estaria Deus brincando com as pessoas?
12.  Em que a “insegurança” ajuda na vida do cristão? Como ele pode ter “paz” em Cristo, se Cristo não pode dar para ele a “segurança” da salvação (Mateus 11:28)?
13.  Na perspectiva do juízo investigativo, como ensinado pela Igreja Adventista, desde 1844 “convivemos” com “milhares de pessoas” que já estão irremediavelmente perdidas. Não há o que fazer por elas. Certamente algumas já passaram pelo “juízo investigativo”. Sabemos que pode ser qualquer um de nós. O que estamos fazendo na Igreja?
14.  Pelo visto, Paulo nada sabia do “juízo investigativo”, pois afirmou: “Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é lucro.” (Filipenses 1:21). Se soubesse do juízo investigativo, ele não teria tanta certeza assim. Paulo disse também: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia, e não somente a mim, mas também a todos os que amarem sua vinda.” (II Timóteo 4:7 e 8).
15.  Na verdade, nós adventistas não podemos seguir o “exemplo” de Paulo, que diversas vezes, de diferentes maneiras expressava sua segurança na salvação, pois Ellen G. White afirma que “aos que aceitam o salvador, por sincera que seja sua conversão, jamais se deve ensinar a dizer ou a sentirque são salvos.” (LPGM, p. 155, 1900).  Segundo ela, nós não podemos nem mesmo “sentir” que estamos salvos. Imaginamos que a única coisa que podia fazer Ellen White pensar assim era o “juízo investigativo”.
VI. Durante “dezoito séculos” (ou mais) os pecados foram apenas perdoados, não cancelados;
16.  Ellen G. White faz clara distinção entre ‘pecados perdoados’ e ‘pecados cancelados’. Para ela, os pecados perdoados dos santos só foram ou só começaram a ser cancelados a partir de 1844. A Bíblia afirma que os pecados são cancelados por ocasião da nossa conversão. Pedro afirmou: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados.” (Atos 3.19)
VII. “É impossível que os pecados dos homens sejam cancelados antes de concluído o juízo em que seu caso deve ser investigado”;
17.  Ellen G. White afirma que nossos pecados só estarão definitivamente apagados depois do Juízo Investigativo individual. A Bíblia afirma que os nossos pecados são apagados no momento em que nos arrependemos e os confessamos. Isaías 44:22: “Apago as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi.” Atos 3:19: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, de sorte que venham os tempos de refrigério, da presença do Senhor”.
18.  Três versos são ainda mais taxativos no sentido de dizer que nossos pecados, uma vez perdoados, são completamente esquecidos, apagados, purificados e lavados. Miquéias 7:18 e 19: “Quem é Deus semelhante a ti, que perdoa a iniquidade, e que passa por cima da rebelião do restante da sua herança? Ele não retém a sua ira para sempre, porque tem prazer na sua benignidade. Tornará a apiedar-se de nós; sujeitará as nossas iniquidades, e tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar.” I João 1:7: “… mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus seu Filho nos purifica de todo pecado.” E Apocalipse 1:5: “Aquele que nos ama e em seu sanguenos lavou dos nossos pecados.”
VIII. Os pecados perdoados continuam anotados “nos livros de registro”;
19.   Ellen G. White desconsidera que a Bíblia se explica a si mesma, pois usa textos no Grande Conflito (p. 481) para justificar que os registros permanecem no Céu, quando o próprio Deus prometeu “apagar” as transgressões quando nos arrependemos, confessamos e somos perdoados. Ela cita: “Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom quer seja mau.” (Ecl. 12:14), mas lamentavelmente deixa de citar:  “E não me lembrarei mais de seus pecados e de suas iniqüidades” (Hebreus 10:17).
20.  Ellen White cita: “De toda a palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo” e  “Por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado” (Mat. 12:36 e 37). Mas deixa de citar: “Apagai as tuas transgressões como a névoa, e os teus pecados como a nuvem; torna-te para mim, porque eu te remi.” (Isaías 44:22). Ela também propositalmente ou por negligência não cita o que o Senhor declara ao profeta Isaías: “Eu, Eu mesmo, sou O que apago as tuas transgressões por amor de Mim, e dos teus pecados Me não lembro” (Isa. 43:25).
21.  Ela cita que Deus “trará à luz as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desígnios dos corações”. I Cor. 4:5. Mas deixa de citar o profeta Miquéias, quando inspirado, ele diz: “Tornará a apiedar-se de nós; sujeitará as nossas iniquidades, e tu lançarás todos os seus pecados nas profundezas do mar.”( Miquéias 7:18 e 19).
22.  Ela ainda cita: “Eis que está escrito diante de Mim: … as vossas iniquidades, e juntamente as iniquidades de vossos pais, diz o Senhor.” Isa. 65:6 e 7, mas deixa de citar: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos para serem cancelados os vossos pecados.” (Atos 3.19).
23.  Ou seja, para manter e justificar a doutrina do juízo investigativo, Ellen White não permite que a Bíblia fale por si mesma e só cita versos que, deslocados, supostamente sustentariam a sua tese.
24.  Se Ellen G. White tivesse compreendido a grande misericórdia e o amor de Deus, ela talvez teria entendido textos como este de Juízes 10:16: “… e tiraram os deuses alheios do meio de si e serviram ao Senhor; então, Ele já não pôde reter a sua compaixão por causa da desgraça de Israel.” Ou esse outro onde Paulo declara que “Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores … sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho”. (Rm 5: 6,8,10). Em síntese, para Ellen G. White, Deus é só justiça, não misericórdia.
IX. É necessário que Cristo peça “perdão” uma segunda vez pelos pecados já confessados e perdoados dos santos;
25.  Ellen White afirma que no momento do juízo investigativo “o Intercessor divino apresenta a petição para que sejam perdoadas as transgressões de todos os que venceram pela fé em Seu sangue” e também: “Jesus não lhes justifica os pecados, mas apresenta o seu arrependimento e fé, e,reclamando o perdão para eles (…)”. (Grande Conflito, 484). Essa parte do Grande Conflito é tremendamente incompreensível e estranha, pois diversos textos bíblicos mostram que Deus perdoa os pecados daqueles que se arrependem, confessam e pedem o seu perdão. Mas para Ellen White, Jesus Cristo tem que pedir NOVAMENTE perdão para os santos. Não faz nenhum sentido essa ideia de Ellen White. Ora, com base em Atos 3:19, que diz “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados”, acreditamos que somos de fato perdoados. Mas para Ellen G. White não é assim que as coisas acontecem, pois é necessário que Cristo peça de novo perdão pelas nossas transgressões perante o Pai.
26.  Equivocadamente Ellen G. White assim afirma: “Assim se realizará o cumprimento total da promessa do novo concerto: “Porque lhes perdoarei a sua maldade, e nunca mais Me lembrarei dos seus pecados.” (citando Jeremias 31:34 no Grande Conflito, p. 485).
27.  Observe que Ellen White  desconsidera a interpretação que o próprio apóstolo Paulo deu a esse mesmo texto de Jeremias. Sim, Paulo já havia utilizado o texto de Jeremias e o interpretado em Hebreus 10:14 e 17. Vejamos:
14. Porque com uma só oferta aperfeiçoou para sempre os que são santificados.
15. E também o Espírito Santo no-lo testifica, porque depois de haver dito:
16. Esta é a aliança que farei com eles Depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, E as escreverei em seus entendimentos; acrescenta:
17. E jamais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades.
18. Ora, onde há remissão destes, não há mais oferta pelo pecado.
28.  Paulo afirmou que “o Espírito Santo (também) no-lo testifica” que após o sacrifício (oferta) de Jesus se cumpre a promessa do novo concerto, de que Deus “não se lembraria dos nossos pecados”.  Observe a clara diferença: para Paulo isso já era um fato a partir da oferta de Jesus, em seus dias, mas para Ellen White essa promessa do novo concerto só se cumpre após o juízo investigativo, isto é, só a partir de 1844. Incrível: para sustentar uma doutrina absurda, Ellen White não aceita a interpretação de Paulo.
29.  Mas Ellen G. White não se satisfaz em “desconsiderar” apenas a interpretação de PauloVeja o que diz Pedro em Atos 3:19 e 20: “Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam cancelados (apagados) os vossos pecados, de sorte que venham os tempos de refrigério, da presença do Senhor, e envie ele o Cristo, que já dantes vos foi indicado”. Observe que Pedro CLARAMENTE coloca apenas o arrependimento e a conversão para que sejam CANCELADOS os pecados. Pedro não estabelece um intervalo de tempo após a conversão, para que os pecados sejam cancelados.
30.  E agora veja o que diz Ellen G. White sobre a declaração de Pedro: “Mas o apóstolo Pedro declara expressamente que os pecados dos crentes serão apagados quando vierem “os tempos do refrigério pela presença do Senhor“, e Ele enviar a Jesus Cristo (Atos 3:19 e 20). Quando se encerrar o juízo de investigação, Cristo virá, e Seu galardão estará com Ele para dar a cada um segundo for a sua obra.” (Grande Conflito, p. 485).
31.  Impressionante, não? Pedro situa o “cancelamento dos pecados” após o arrependimento e conversão ‘para que’ ou ‘de sorte que’ “venham os tempos de refrigério”. Perceba que infelizmente Ellen White (ou quem a influenciou nesta interpretação) faz uma “montagem” sutil da declaração de Pedro, para que pareça que os pecados só  serão cancelados no futuro. Uma ‘pequena distorção’, uma montagem sutil, para justificar mais um dos aspectos da doutrina do juízo investigativo. Leia o texto em diferentes versões (mesmo no grego) e você verá que de fato não há nenhuma separação de tempo entre a conversão e o cancelamento de pecados. Será que houve falta de conhecimento ou uma distorção intencional para justificar o posicionamento doutrinário com relação ao ‘juízo investigativo’?
32.  Ellen White distorce declarações bíblicas e interpretações de textos bíblicos feitas pelos próprios apóstolos para justificar a doutrina do juízo investigativo.
33.  A Bíblia afirma em Romanos 8:1 que “agora não há nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”. Só há uma forma de entender a expressão agora (desde o ‘momento’ presente e desde a ‘decisão’ presente). Mas segundo Ellen G. White, o juízo investigativo ‘estabelece’ ou ‘cria’ a possibilidade de condenação. Estranho, não é?
XI. A expiação de Cristo não é uma obra “completa” na cruz e tem sido completada ao longo dos séculos no santuário celestial;
34.  Ellen G. White afirma que o trabalho de expiação de Jesus está quase terminado, mas ainda não foi completado. Para ela a “remissão, ou ato de lançar fora o pecado, é a obra a efetuar­se” no santuário celestial por Jesus (GC, p. 417). No entanto a Bíblia afirma que a expiação é uma “obra terminada”: através do sacrifício de Cristo na cruz (João 19:30 – “Está consumado”) e da consequente purificação dos pecados (Hebreus 1:3 – “… havendo feito a purificação de nossos pecados”). E Efésios 1:7 é taxativo: “Em quem temos a redenção pelo seu sanguea remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça.”
XII. O “dia da expiação” no Santuário Celestial não dura “um dia”, mas um período de tempo indefinido;
35.  Para Ellen G. White nós estamos vivendo no “dia da expiação”. Além de separar o “ato da expiação” (morte de Cristo) do “dia da expiação” (supostamente o dia 22 de outubro de 1844), ela alonga indefinidamente a duração desse dia. Porém, de acordo com Hebreus 1:3, o apóstolo Paulo  apresenta como algo já realizado:  “… havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se a destra da majestade nas alturas.” Paulo não estava fazendo uma profecia, ele estava falando de algo que já ocorrera, Jesus Cristo JÁ ESTAVA assentado a destra do PAI na época em que Paulo escreveu.
XIII. O  “dia da expiação” era uma figura (tipo) do dia do juízo.
36.  Embora Ellen White se esforce para mostrar que Levítico 16 tenha relação com o “juízo”, não havia nenhum “juízo” no dia da Expiação na antiga Aliança. O sacrifício era “expiatório” apontando para o sacrifício de Cristo. E a expiação estava ligada diretamente ao perdão dos pecados, não a um juízo final (investigativo, no caso dos santos). O dia da expiação prefigurava o dia da morte de Cristo no calvário, não o dia do juízo.
37.  Fruto desse raciocínio divergente do que tipificava realmente o “dia da expiação”, algumas declarações de nossos teólogos são muito conflituosas. Veja o que diz M.L. Andreasen, que foi um dos maiores especialistas adventistas nesse assunto:  “O dia da expiação é um tipo adequado do dia do juízo.” (O Ritual do Santuário, p. 218).
38.  Não se sabe como Andreasen pôde divergir tanto do que é claro na Bíblia. Porque ele não disse que o “dia da expiação” era um tipo do “dia da morte de Cristo”?  É realmente difícil entender porque ele preferiu fazer referência ao dia do juízo.
39.  Como ele pôde fazer de um dia de perdão e reconciliação um dia de condenação? Como ele pôde pegar um dia  que é o “tipo” no Velho Testamento da redenção, da expiação, da salvação em Cristo e transformá-lo num “tipo” do “dia de juízo”? Certamente ele estava fazendo teologia influenciado pelos escritos de Ellen White.
40.  Não seria o “calvário” o dia da vitória suprema de Cristo sobre Satanás, e o dia da expiação dos nossos pecados o antítipo perfeito? A única explicação plausível é encontrada se compreendermos o esforço de Andreasen em não divergir das afirmações de Ellen G. White. Nos parece que teria sido mais lógico e mais fácil seguir o que está na Palavra de Deus.

41.  O “dia da expiação” é o “tipo” adequado do dia do nosso resgate, o ‘tipo’ do “dia da morte de Cristo”. O ‘tipo’ (dia da expiação) encontrando o ‘antítipo’ (dia da morte de Cristo). Isso na Bíblia é claro como cristal. Isso é claro para todos os cristãos! Era um “dia de aflição”, como diz Levítico 23:29, assim como o dia da morte de Cristo também foi “um dia de aflição”. Mas acima de tudo, o dia da expiação no Velho Testamento era um dia que simbolizava “a expiação suprema de Cristo”, não o juízo.

Fonte: http://abibliafontedeverdade.blogspot.com.br/2012/02/analise-da-doutrina-do-juizo.html

 

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Sobre Max Rangel

Servo do Eterno, Casado com Arlete Vieira, Pai de 2 filhas, Analista de Sistemas, Fundador e Colunista do site www.religiaopura.com.br.

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